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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Nova Geração

Curiosidades sobre os Cs? Eu também estava bem curioso e por um bom motivo, a comunidade de hoje sempre busca atualizações e hoje em dia, com raríssimas exceções, não se atualizar pode tornar qualquer pessoa, profissional ou o que for.. OBSOLETO... isso mesmo, esta palavra não se refere somente a superação de tecnologias mas sim a superação de qualquer idéia.

Segue uma matéria muito interessante sobre a Nova geração de pessoas que tem surgido... Depois de X, Y e Z... Vem ai a C.

Fonte: Galileu


A vez da ‘geração C’

Esqueça a geração Y. A menina dos olhos agora é geração C - pelo menos para o YouTube

Geração X, Z, Y... Mais uma agora? O Google Brasil reuniu na semana passada vários executivos em sua sede em São Paulo para apresentar a nova geração de usuários e consumidores em torno do YouTube: a "Geração C". 

Os números impressionam: 67% dos membros da ‘geração C’ colocam suas fotos na internet; 85% vêem o que seus amigos e colegas pensam antes de tomar uma decisão; 88% têm um perfil em uma rede social, e 65% atualizam-o diariamente; e 91% dormem do lado do smartphone. 

A vice-presidente de marketing do Google, Danielle Tiedt, se apressa em explicar que não se trata de um grupo definido por idade, mas por atitude em relação ao mundo de possibilidades presentes no ambiente online. “Essa é a primeira geração a crescer com a internet, com expectativa de participação e interação completamente diferentes dos antecessores”, diz ela. 

A Geração C é explicada então, com 4 “C”s: curadoria, conexão, comunidade e criação. Cada uma delas representa o que um usuário pleno do YouTube espera ter a seu alcance nessa plataforma. 
Curadoria é a seleção pessoal do que eles gostam no site, que pode vir junto com um posterior compartilhamento, como imagem de suas personalidades. 

Conexão, segundo ela, é uma marca dessa geração que faz questão de que todos saibam tudo o que acontece com elas. “O smartphone é uma extensão do que as pessoas são. Há pesquisas que dizem que os mais jovens prefeririam perder o olfato a perder seu celular! E atualmente, 25% das visualizações mundiais do YouTube são realizadas em dispositivos móveis", disse Danielle. 

Comunidade é explicada através das “ações em massa” dos usuários com decisões conjuntas e interação entre grupos com os mesmos interesses. A criação de contas no YouTube por exemplo, tem dobrado ano a ano no mundo todo e esse fenômeno ajudaria a explicar uma reunião e engajamento cada vez maior em torno de ideias em vídeo. 

Para os executivos, o diferencial do YouTube seria a possibilidade de livre criação. Para Alex Carlos, diretor de parcerias do YouTube, o maior site de vídeos do mundo representa uma democratização da produção de conteúdo, por muito tempo controlada apenas por chefes formadores de opinião. 

A equipe chega inclusive a mencionar o crescimento estrondoso de canais como Porta dos Fundos, Parafernalha e Galinha Pintadinha como exemplos de que uma boa ideia pode se tornar um plano de negócio, algo totalmente novo no site. 

De acordo com dados da agência comScore, o YouTube tem quase 58 milhões visualizações por mês no Brasil, sendo que 9 a cada 10 brasileiros com acesso a internet estão assistindo a vídeos online no país. Esses dados nos colocam no “top 5” entre consumidores dessa mídia e mostram que o mercado verde e amarelo está em posição estratégica na visão de negócio do Google. Danielle Tiedt conta que a pretensão do YouTube é ser mais que uma plataforma de vídeos, mas um “destino diário” para os membros da Geração C. Dependendo da parcela brasileira e sua participação nesse nicho, eles estão no caminho certo para dominar o mundo.

Veja trechos da apresentação do Google sobre a chamada 'Geração C':

Editora Globo


Editora Globo
Editora Globo


Editora Globo

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Com certeza as correrias do dia a dia a mais de trabalho não estão facilitando muito minha vida. Mas agorinha consegui um tempinho pra ver e colocar mais uma matéria muito legal sobre tecnologia é claro rs...
Se seres humanos normalmente mal se compreendem, como fazer um computador entender perfeitamente uma senha sem sequer dizer uma palavra? A resposta pode se encontrar em uma pequena capsula ingerida diariamente rs...


Fonte: Galileu

Pílula pode substituir suas senhas

Ingerindo uma pílula todos os dias, você se torna 'reconhecível' para seu computador, seu carro e seu celular

Você tem tantos logins e senhas diferentes que, frequentemente, os esquece? Ou precisa anotá-los? Uma nova invenção da Proteus Digital Healh promete acabar com esses problemas. Eles lançaram uma pílula que torna você 'reconhecível' aos sensores de aparelhos eletrônicos. Basta se aproximar do computador, por exemplo, e sinais únicos emitidos pelo seu corpo são usados como senha.

As Password Pills for Devices são capazes de liberar suas senhas por até 24 horas depois de sua ingestão. Ela é capaz disso por conter um sensor de um milímetro com dois materiais condutores que entram em contato depois que a pílula é dissolvida durante a digestão. Quando isso acontece, um sinal de 18 bits individual passa a ser gerado de dentro de seu corpo.

Apesar de não sabermos se a ideia irá fazer sucesso, as Password Pills já foram aprovadas pelo FDA (sigla para Food and Drugs Administration, o órgão regulamentador de medicamentos dos EUA) e podem ser ingeridas de forma contínua por até um mês.

Você substituiria sua senha e usuário por um sinal transmitido por seu estômago? Deixe sua opinião nos comentários.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Investimentos Bilionários x Modelo Energético Brasileiro


Crédito: Getty Images
Com estudos da Bloomberg prevendo alta competitividade da tecnologia eólica e solar e maior participação de hidrelétricas, geotérmicas e geração por biomassa, a previsão de crescimento de energias renováveis aponta para crescimentos que atingiriam 4,5 vezes a capacidade de renováveis até 2030, para tanto, um investimento de US$630 Bilhões por ano é esperado.


Para este ano, está previsto um Leilão de energia A-0 (Leilão de energias existentes) que teve algumas pequenas alterações com relação ao prazo de fornecimento de energia, reduzido de 2 (dois) anos para um ano aproximadamente.

Crédito: AI
Seguindo a linha de investimentos no setor de renováveis, a Honda pretende investir R$100 milhões na construção de um parque eólico (entrada em operação em 07/2014) de modo a atender a demanda de sua nova fábrica no Brasil localizada em Sumaré (SP). Com capacidade instalada de 27MW (9turbinas x 3MW), a fábrica de automóveis pretende gerar até 95.000 MWh/ano, reduzir a emissão de 2.200 tonCO2/ano equivalentes em crédito de carbono (30% do total gerado pela fábrica) e fabricar até 150.000 carros/ano.A energia gerada pretende suprir 10% do consumo de energia da fábrica e demonstra a grande preocupação da Honda com investimentos socioambientais.

Crédito: Getty ImagesO aumento nos requisitos de geração de energia eólica no Brasil já para o certame de 10 de agosto, colocando como requisito o P90 (90% de probabilidade que o parque tem de produzir o volume comercializado) substituindo o P50 (50% de probabilidade que o parque tem de produzir o volume comercializado) já era uma medida esperada pelo setor que já sinaliza aumentos nos custos, no entanto sem perder a competitividade no setor de geração de energia.

Um leilão de Energia de Reserva para empreendimentos eólicos marcado para 23 de agosto poderá ter alguns entraves referentes ao novo requisito P90 mencionado anteriormente. A energia contratada será na modalidade quantidade de energia, e terá início do suprimento a partir de 1º de setembro de 2015, com prazo de 20 anos.

Fontes: JE1 / JE2 / JE3 / JE4 / JE5

terça-feira, 16 de abril de 2013

Energias Renováveis - "De Vento em Poupa ao Sol"

Diversas modificações do mercado estão acontecendo no setor de energia elétrica no Brasil e no mundo. Grande empresas fabricantes de tecnologias de energias renováveis fechando ou abrindo concordatas, mercados de investimentos em baixa... o Mercado não esta pra peixe. No entanto, o mercado de energia eólica no Brasil não está longe do esperado. Com participações atuais expressivas, o mercado de eólico ainda promete este ano.

Fonte: Jornal da Energia

Estratégia busca dar mais competitividade para as parcerias da companhiaPor Natália Bezutti

A Impsa, primeira empresa a se enquadrar nas novas regras de nacionalização de equipamentos impostas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), não vê com otimismo o aumentos dos preços para os próximos certames eólicos e, por isso, aposta em pré-contratos para seus clientes. Segundo o diretor comercial da empresa, Paulo Ferreira, 500MW já foram assinados nessa modalidade, e outros 500MW estão sendo negociados.
Crédito: Impsa/Divulgação
A estimativa é de que três leilões sejam realizados em 2013, envolvendo a oferta de 20 mil MW. De acordo com Ferreira, com a estratégia adotada, é possível que a empresa estude mais a fundo cada projeto, com as características específicas do cliente e, assim, preencha o volume de sua fábrica.

Além disso, a Impsa possui duas fábricas, uma em Cabo do Santo Agostinho, Pernambuco, e a outra em Guaíba, Rio Grande do Sul, com capacidade total de produção de 270 aerogeradores por ano, com 2MW de potência cada. A empresa fechou contrato recentemente com a LM Wind, que será responsável pelo fornecimento das pás de seus aerogeradores, que empregará cerca de mil pessoas.

Mas para fechar o negócio de vez com seus clientes, Ferreira revela o verdadeiro argumento. “Visite as fábricas antes de fechar o negócio, veja a estrutura de engenharia, a montagem...Isso fará você escolher seu forncedor”.

Entidade calcula que patamar de contratação de 2GW anuais deve ser mantido para manter fabricantes e consolidar cadeia produtivaPor Fabíola Binas

Crédito: AbeeolicaEm um mercado onde o novo modelo requer uma otimização cada vez maior entre investimentos e receita dos parques, os agentes do setor eólico esperam que os próximos leilões continuem apontando para a expansão sustentável da fonte. “Precisamos, pelo menos, da inserção de 2GW ao ano na matriz”, comentou presidente-executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Melo. Ela acredita que esse seria um patamar adequado para manter manter os atuais fabricantes no país e consolidar a cadeia produtiva.

O setor eólico enfrentará um momento de aperto nos custos devido ao aumento nos preços dos aerogeradores, já que os fabricantes terão que se adaptar a regras mais rígidas para obtenção de crédito junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além da possibilidade das empresas geradoras terem ainda que investir em sistemas de transmissão. “Ainda que haja o aumento dos custos, a fonte vai continuar competitiva em comparação com outras.”, avaliou Elbia, em evento realizado na manhã desta segunda-feira (15/04).

Os representantes da Abeeolica consideram que, após a demanda fraca dos leilões do final de 2012, neste ano o cenário será melhor pela questão da sobrecontratação das distribuidoras estar resolvida, e por ter passado o impacto inicial da Medida Provisória 579, o que traria uma maior segurança. “Agora é esperar para ver como o governo fará essa contratação nos leilões, quanto será dedicado a cada fonte”, lembrou a executiva.

Em relação à situação com os parques que ficaram prontos, mas estão sem conexão para gerar energia, a Abeeolica acredita que pode ser resolvido com planejamento. “O sistema de transmissão poderia ser planejado para levar a conexão às regiões onde estão os bolsões eólicos”, falou o presidente do conselho de administração da entidade, Otávio Silveira. Já Elbia sugeriu também que os agentes se juntem em consórcios e condomínios para investir em transmissão.

Desempenho
Ainda que tenham que enfrentar desafios, o setor eólico comemora o desempenho operacional positivo de 2012. Para se ter uma ideia, o fator capacidade - a proporção entre a geração efetiva e a capacidade em um mesmo período - atingiu um pico próximo de 70% no ano passado, sendo que o parques da segunda fase ficaram em 54%. Nos dois casos, os percentuais estão acima - 43% e 45%, respectivamente - esperados.

“É importante observar que o pico foi exatamente no período de baixa vazão do reservatórios, provando que a eólica é uma importante fonte complementar”, argumentou a presidente da Abeeólica. A associação estima ainda que, se não fossem a força dos ventos, o país teria gasto R$ 500 milhões a mais com despacho térmico em dezembro de 2012 e, considerando o ano todo, deixou de ter gasto R$ 1,6 bilhões.

A associação estima que a capacidade instalada deva saltar dos atuais 2,5GW para 5,9 GW este ano. O potencial eólico atual permitiu o abastecimento de 2,5 milhões de residências no ano passado, o equivalente a 7,5 milhões de habitantes.

Australianos economizam cerca de US$ 500 milhões ao ano com microgeraçãoPor Fabíola Binas

Crédito: Divulgação Windeo
A Austrália ultrapassou em março a marca de um milhão de residências que geram sua própria energia por meio de painéis fotovoltaicos. Com isso, cerca de 2,5 milhões de australianos conseguem economizar cerca de US$ 500 milhões por ano nas contas de luz. As informações são do Clean Energy Regulator, órgão governamental que acompanha o setor de fontes renováveis.

O chefe-executivo do Clean Energy Council, David Green, reforçou o salto dado pelo setor em apenas cinco anos. “Em 2008 eram somente 20 mil sistemas instalados em todo o país”, contabilizou. O executivo acrescentou que os sistemas de microgeração foram aceitos com entusiasmo por várias classes de famílias australianas, como uma forma de proteção dos preços de energia.

Na Austrália, a indústria solar recebeu bilhões de dólares em investimentos, ocasionando a geração de mais de oito mil empregos. A ideia é de que fonte alcance 20% de participação na matriz energética. “Os consumidores retomaram o controle de suas contas de luz ao usarem uma fonte limpa e tecnologia inteligente”, disse Green.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Projeto fotovoltaico em SP pode produzir energia a R$150 por MWh

Como estou um pouco sem tempo mas não poderia deixar de deixar registrado aqui o preço de energia solar tão baixo quanto esse...segue uma matéria no Jornal da Energia com preços de solar a R$150,00/MWh.

Fonte: JE

Projeto fotovoltaico em SP pode produzir energia a R$150 por MWh

Usina de 100MW está nos planos da espanhola Solatio e da alemã Q-Cells e deverá ser instalada em São João da Boa Vista


A espanhola Solatio Energy e a alemã Q-Cells negociam a implantação de um projeto fotovoltaico de 100MW em São João da Boa Vista, localizada a 239 quilômetros de São Paulo. De acordo com o subsecretário de Energia de São Paulo, Milton Flávio, os empreendedores afirmam que podem produzir essa energia ao valor de R$150 por MWh, menos da metade dos cerca de R$400 por MWh estimados pelo mercado atualmente.
“São fabricantes que têm essa capacidade de produção e eles estão nos garantido que entregarão energia a esse preço”, afirmou Milton Flavio. Os equipamentos, neste primeiro momento, seriam importados, mas as empresas estudam implantar linhas de produção no País. “Existem fábricas na Alemanha que estão ociosas e podem trazer para cá uma linha de produção. Mas precisa criar o mercado e essa é nossa obrigação”, disse.
Segundo o subsecretário, as negociações para a implantação do projeto estão adiantadas. “Já fizemos reuniões com os investidores e nas próximas semanas vamos conversar o proprietário da indústria que tem o terreno e está interessado no negócio, para ver se avançamos”, disse.
Nesta quarta-feira (03/04), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin assinou um decreto que estabelece o deferimento e a suspensão do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as cadeias produtivas dos setores eólico e solar. Na ocasião, também foi apresentado o “Levantamento do Potencial de Energia Solar Paulista”, que aponta que o estado tem um potencial para produzir 12 TWh/ano, o suficiente para abastecer 4,6 milhões de residências, um pouco mais de 10% de sua população.
A isenção tributária, a princípio, era válido apenas para a cadeia de produtos termossolar, mas os benefícios serão estendidos também para os fotovoltaicos. “Termosolar era o que tinha quando o decreto foi solicitado, mas por isonomia isso será estendido automaticamente para o fotovoltaico. Claro que tem que fazer um novo decreto, mas é um assunto que não padece de discussão”, disse. 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Computadorers MUITO Menores

Não se trata da melhor tecnologia para jogos, programas ou então trabalho.
O computador tratado aqui é o computador genético. Mas o que é isso?

A matéria abaixo explica e é bem curioso.

Fonte: Galileu


Pesquisadores criam computador genético
Tecnologia pode controlar células vivas e alterar propriedades de microorganismos

Editora Globo
O transistor é a tecnologia usada desde as antigas válvulas até os modernos microprocessadores como base para a computação. É o componente básico para que a combinação entre silício e eletricidade produza praticamente todos os equipamentos eletrônicos que ninguém mais vive sem: smartphones, computadores, aparelhos de som, TV e tudo que é ligado na tomada ou usa baterias. 


Bioengenheiros da Escola de Medicina de Stanford criaram a versão biológica do transistor, que foi chamado de "transcriptor". Usando DNA e RNA, eles reproduziram dentro de células vivas os princípios da computação, um feito que expande sobremaneira as possibilidades de controle e manipulação de organismos. 

A evolução dessa tecnologia permitirá, por exemplo, introduzir componentes lógicos que produzem enzimas específicas dentro de células cancerosas para conter sua multiplicação. Ou transformar células das folhas de plantas em sensores de mudanças climáticas. "Computadores biológicos podem ser usados para estudar e reprogramar sistemas vivos, monitorar o ambiente e melhorar terapias celulares", disse o PhD Drew Endy, um dos autores do estudo. 

Para reproduzir um sistema computacional completo dentro de organismos, além dos processos lógicos, é preciso também armazenar e transmitir informação, o que serão os próximos passos da pesquisa. Para acelerar a adoção e melhoria desse computador genético, os cientistas colocaram o estudo e seus resultados em domínio público.

terça-feira, 19 de março de 2013

Maior Solar do MUNDO !

Nenhum lugar melhor com índices de incidência solar do que os países localizados nos Emirados Árabes. Pelo menos esta é a visão dos investidores do maior empreendimento solar fotovoltaico do mundo. Com capacidade instalada de 100MW (O equivalente 3 pequenos parques eólicos brasileiros), o sultão irnforma investimentos na ordem de US$600 milhões.

Com 192 coletores solares, o complexo solar evita a emissão de 175.000 toneladas de CO2 por ano, o equivalente a retirada de 15.000 carros de vias públicas.

Com o aumento da dificuldade de exploração e consequentemente a grande elevação dos custos para a aexploração de petróleo offshore no Brasil, o preço do gás natural e do petróleo só aumentam e indicam escasses forçando o governo a buscar outras fontes de geração de energia elétrica.

Com as situações ambientais de hidrelétricas todas paralisadas, as novas fontes de geração alternativa estão aproveitando para entrarem no mercado nacional, caso da energia eólica e da solar. Quem sabe como estará o mercado de energia nos próximos 5 anos.



Abu Dhabi passa a ter a maior planta de energia solar concentrada do mundo

Usina de 100 MW recebeu investimentos de US$ 600 milhões; Projeto é parceria da Masdar, Total e Abengoa

Os Emirados Árabes Unidos, país rico em petróleo, entraram neste final de semana para o grupo de produtores de energia solar com o início do funcionamento da maior central produtora de energia solar concentrada (CSP) no mundo.


Crédito: MasdaA central, com uma capacidade de 100 MW e um custo de US$ 600 milhões, permite fornecer energia a 20 mil casas. O seu parque solar é formado por grandes parabólicas de sensores espelhados, cobrindo uma superfície equivalente a 285 estádios de futebol.


O parque está instalado em pleno deserto de Madinat Zayed, na região ocidental do EAU, a cerca de 120 quilómetros a sudoeste de Abu-Dhabi, uma das regiões mais ensolaradas e quentes do mundo.

“Esta é a maior central fotovoltaica a trabalhar no mundo”, disse o sultão al-Jaber, responsável da Masdar, firma encarregue do projeto que ambiciona prover sete por cento das necessidades energéticas a partir de fontes renováveis do do Emirado do Abu Dhabi.

"Hoje, Shams-1 é, a todos os níveis, a maior central do mundo que utiliza tecnologia fotovoltaica”, sublinhou Santiago Seage, da espanhola Abengoa Solar, um dos três parceiros do projeto.

A árabe Masdar controla 60% do projeto, lançado em julho de 2010, que inclui os franceses da Total e os espanhóis da Abengoa Solar que entre si partilham os restantes 40%.

Com a abertura de Shams-1, a Masdar gera 10% da energia solar produzida no mundo, assegurou um resposável do projeto. A empresa é responsável também por 68% das energias renováveis produzidas no Golfo Pérsico.

Os 192 coletores solares do parque de Shams-1 geram uma energia que evita a emissão de 175.000 toneladas de carbono por ano, o que equivale à retirada de circulação de 15.000 carros.

Segue abaixo mais fotos encontradas sobre o grande, ou melhor, o maior empreendimento solar do mundo.
Pot = 100MW (Fonte: Galileu)





quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Lâmpadas MAIS Eficiente AINDA ?

Incrível... Lâmpadas com consumos energéticos 50% menores que as fluorescentes 

Compactas e que possuem vida útil de 30000 horas efetivas. 

Curioso pelo menos. Tentem acessar pra saberem como a tecnologia pode chegar as nossas casas, trabalhos e comércio em geral de modo eficiente.

Pelo que entendi, ainda não são produtos economicamente comercializáveis, no entanto o método de montagem e carregamento poderiam ser fantásticos devido ao seu método de funcionamento.

Fonte: Galileu


NanoLight consome apenas 12W e gera a mesma quantidade de luz que lâmpadas incandescentes

Exposto em plataforma de crowdfunding, projeto da lâmpada econômica já arrecadou mais de dez vezes o valor do pedido original

A NanoLight utiliza apenas 12 watts de energia e gera a mesma quantidade de luz que uma lâmpada incandescente de 100 watts
Três pesquisadores da Universidade de Toronto desenvolveram uma lâmpada, batizada de NanoLight, que pode ser a mais eficiente do mundo em termos de gasto de energia. Segundo a equipe responsável, a NanoLight utiliza apenas 12 watts de energia e gera a mesma quantidade de luz que uma lâmpada incandescente de 100 watts - e também há a garantia de maior eficiência que as lâmpadas de LED. Para financiá-la, os cientistas lançaram uma campanha de financiamento no site de crowdfunding Kickstarter.

O brilho da NanoLight se dá para todas as direções e não é afetado se a lâmpada for frequentemente acesa e apagada. Além disso, ela não há demora para alcançar o brilho total, como acontecem com as lâmpadas fluorescentes.

Até o momento, a arrecadação no site angariou mais de 231 mil doláres, mais de dez vezes o pedido original de 20 mil dólares e ainda estará a disposição por mais 10 dias.

O aspecto da lâmpada lembra um trabalho de arte abstrata e a equipe oferecerá aos clientes opções de design no momento da compra das lâmpadas, uma delas, por exemplo, vem com uma folhagem desenhada.

O plano é que a NanoLight comece a ser comercializada em julho deste ano a um preço de  45 dólares. O vídeo abaixo mostra o desempenho da invenção: 


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Tecnologia Futurística de Hoje

Já imaginaram conseguir fazer diversas coisas de filmes de ficção científica ainda nos dias de hoje?

Calma... não estou falando no teletransporte muito menos de viagens em buracos negros. No entanto, quem já assistiu Minority Report ou Star Wars e não quis movimentar ou ativar dispositivos a longa distância?

Poís é... aparentemente já existe um produto que utiliza os impulsos elétricos musculares e os converte em sinais de Wifi para ativar, movimentar ou interagir com dispositivos eletrônicos.

O produto que já se encontra em fase de pré encomenda corre custos próximos U$150 dólares.

MYO pode ser a futura palavra dos "tecnojedis" caro Padawan !

Procure no Youtube pelo vídeo... parece montagem mas pelo menos impressiona rs... (link)

Fonte: Galileu




Bracelete permite que você controle aparelhos à distância

Com o MYO você pode se sentir como um Jedi ou como Tom Cruise em Minority Report


Editora GloboMova sua mão e ligue seu computador. Estale os dedos e faça com que ele toque música. Controle um drone como um Jedi movendo um objeto. Isso é possível com o MYO, um bracelete que promete revolucionar a forma com que interagimos com nossos gadgets.

Através da atividade elétrica em seus músculos, ele sente a intensidade de seus gestos e envia comandos para o aparelho com que você está interagindo. Tudo isso através de tecnologia wireless, que transmite a direção do movimento e a intensidade dele, traduzindo essa informação em comandos compreensíveis para eletrônicos.

De acordo com seus desenvolvedores, com ele é possível controlar grande parte dos gadgets que você já tem em casa - não é preciso comprar uma versão especial.

Mas se o MYO é controlado por gestos, o usuário não pode fazer nenhum movimento acidental sem ativar o aparelho automaticamente? De acordo com os criadores da tecnologia, os gestos que ativam o bracelete são muito específicos para serem feitos acidentalmente - então é possível andar por aí usando o aparelho sem correr o risco de ligar seu computador sem querer.


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Veículos do Futuro

Será mesmo? Que o nosso futuro carro fará prticamente tudo por nós?

Com certeza segurança a mais nós teríamos

Fonte: Galileu

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

OLED - Informativo sobre a Tecnologia

Embora a tecnologia já tenha chego a gosto popular por meio de eletrônicos como celulares, televisões, monitores, lâmpadas e outros, muito pouco se sabe efetivamente sobre os LCDs, LEDs e OLEDs.

Em reportagem da Tecnomundo, a tecnologia de como o OLED funciona pode ser um pouco mais compreendida.

Fonte: Tecnomundo



Regime: conheça a tecnologia que deixa as telas OLED ultrafinas [ilustração]
Saiba mais sobre uma das tecnologias que podem estar presentes na sua casa nos próximos anos.

Regime: conheça a tecnologia que deixa as telas OLED ultrafinas [ilustração]































































































Você consegue imaginar uma televisão com 55 polegadas e apenas 4 milímetros de espessura? Exatamente, estamos falando de um aparelho que pode ter 1,4 metro de tela, mas ocupando menos de meio centímetro ao ser visto de lado. Assim é um novo televisor apresentado pela LG durante a CES 2013. E, para chegar a esse formato ultrafino, o caminho percorrido foi o das telas OLED.


Mas como essa nova tecnologia consegue transformar as estruturas das televisões a esse ponto? É o que veremos aqui neste artigo. Prepare-se para saber como é o processo de montagem das telas OLED e também veja as diferenças entre elas e as LCD e LED comuns para entender por que nunca veremos uma televisão LCD com essas espessuras reduzidas.

A estrutura das telas OLED

Há várias camadas existentes em uma OLED. A mais básica de todas é o substrato, que é onde toda a estrutura será depositada — ele pode ser composto por lâminas ultrafinas, vidro ou plástico. A primeira camada aplicada ao substrato é o ânodo, que fará a remoção dos elétrons das camadas orgânicas, criando “buracos” elétricos no sistema.

Logo em seguida surgem as camadas orgânicas, uma condutora e uma emissora, que serão responsáveis pela geração da luz utilizada para a transmissão das imagens. A condutora é composta por polímeros plásticos orgânicos que transportam os “buracos” do ânodo ao cátodo.

 A camada emissora também é criada por polímeros plásticos, mas eles são diferentes dos utilizados na camada condutora. São esses polímeros que transportam os elétrons do cátodo para as outras estruturas e é ali que a luz é gerada. Por fim, o cátodo (que não precisa ser transparente) utiliza a energia elétrica da fonte para injetar elétrons na parte orgânica do OLED.

O que são os “buracos de energia” e por que eles são importantes?

Regime: conheça a tecnologia que deixa as telas OLED ultrafinas [ilustração]

Como você viu anteriormente, a corrente elétrica é levada da fonte de energia até as camadas orgânicas do OLED. E é lá que ocorre o processo de geração de luz (nas suas mais diversas cores), graças ao transporte de elétrons e surgimento dos “buracos de energia”. Mas o que são esses buracos?

Quando o cátodo envia energia para a camada emissora, o ânodo remove os elétrons da camada condutora e faz com que um espaço vazio (os buracos) fique ali. No contato das duas camadas orgânicas, os elétrons da emissora encontram os buracos na condutora e os preenchem. Com a mudança energética dos polímeros, os elétrons liberam energia na forma de fótons — gerando luz.

A intensidade da luz e a cores dependem diretamente da quantidade de energia aplicada e também dos tipos de polímeros utilizados nas camadas orgânicas. Por essa razão é possível que as telas OLED compostas com diferentes polímeros apresentem resultados díspares em relação à luminosidade e à demonstração de cores.

Por que ela é mais fina que telas LCD e LED?

Existe um motivo muito simples para isso: telas OLED não precisam de estruturas que gerem luz porque elas conseguem fazer isso sozinhas. As telas LCD precisam de backlight, assim como as telas LED — a grande verdade é que televisores LED são feitos com LCD comuns que utilizam uma camada de LEDs para retroiluminação.

Dessa forma, todas as camadas necessárias para a produção das imagens são realmente aplicadas ao substrato. Confira agora algumas das formas de realizar essa instalação dos OLEDs nos displays.

Métodos de montagem das telas OLED

Como já dissemos, as telas OLED trabalham com uma estrutura única em que ocorrem todas as reações necessárias para a produção das imagens. E atualmente há três métodos principais para a aplicação das camadas no substrato. Um deles — pouco eficiente — ocorre por vácuo térmico, em um processo que envolve a evaporação de compostos orgânicos e a sequente condensação deles em estruturas ultrafinas.

Outro modo similar de depositar os componentes no substrato é por meio de câmaras de baixa pressão. Gases transportam as moléculas orgânicas evaporadas até os substratos resfriados, e lá eles são condensados em filmes. Por fim, existe o processo de impressão. Nele, os OLEDs são aplicados por meio de um spray nos substratos, barateando bastante o processo.

É claro que ainda vai ser difícil encontrar os televisores OLED no mercado nacional, pois eles devem levar pelo menos cinco anos para começarem a se tornar populares — isso nos Estados Unidos. Mas vários celulares já possuem a tecnologia, assim como o console portátil PS Vita. E é claro que ainda veremos muitos equipamentos incríveis com as telas criadas com esses recursos.

Gostou da ideia? Então aguarde novidades muito interessantes em relação ao OLED para os próximos anos. Será que teremos televisores ainda mais finos do que os encontrados atualmente?

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Bateria Biológica

A utilização dos Smart Grids é fantástica sem sombra de dúvida. Utilizar ainda veículos elétricos na rede  com abastecimentos, recargas e vendas da energia à rede parece então magia do cinema. Um dos possíveis problemas a implementação dos veículos elétricos no mundo encontra-se na questão das baterias, que possuem vida útil determinada baixa e além disso são feitas com materiais de recursos bem limitados.

Para contornar este problema de abastecimento de materia prima, surgiu uma nova tecnologia que utiliza matérias biológicas para a fabricação de baterias. Esta tecnologia pode revolucionar o campo das baterias tanto do ponto de vista de financeiro com do ponto de vista ambiental (descartes).

Leia abaixo um pouco mais sobre a tecnologia que esta surgindo:

Fonte: Tecnmundo
Raiz de planta é usada para criar bateria ecológica

Nova bateria de íon-lítio utiliza corantes para baratear processos e proteger o meio ambiente.

Raiz de planta é usada para criar bateria ecológica
(Fonte da imagem: Reprodução/CCNY)

Um grupo de pesquisadores acaba de encontrar uma alternativa mais “verde” para a produção das onipresentes baterias de íon-lítio — utilizadas em uma infinidade de eletrônicos portáteis. A nova bateria sustentável utiliza a purpurina, um corante vermelho-amarelado extraído da raiz de plantas do gênero Rúbia — usadas há milhares de anos para tingir roupas.

A primeira vantagem (um tanto óbvia) é que a substância não faz uso de processos dispendiosos e poluidores de mineração. Atualmente, o lítio óxido de cobalto (LiCoO2) é o material primordialmente utilizado para a formação de cátodos nas referidas baterias. Entretanto, a extração do cobalto e sua posterior combinação com o lítio é um processo bastante caro, envolvendo ainda uma enorme quantidade de energia.

Segundo o pesquisador Arava Leela Mohana Reddy, em texto publicado pela Rice University (Houston, Texas, EUA), considerando-se o alto consumo de energia envolvido na reciclagem, o resultado são 72 quilos de dióxido de carbono emitidos para a atmosfera para cada quilowatt utilizado no processo.

Carbonilas e hidroxilas eletrificadas

Raiz de planta é usada para criar bateria ecológica

(Fonte da imagem: Reprodução/CCNY)

Conforme mostrou a pesquisa conduzida pela referida universidade — em conjunto com as forças armadas estadunidenses e a City College of New York —, além da purpurina, várias outras moléculas coloríficas de origem biológica também oferecem alternativas com bom potencial, além de agredirem menos o meio ambiente. Isso em razão de grupos de carbonilas e hidroxilas, os quais permitem a passagem de elétrons.

“Esses sistemas aromáticos encerram moléculas ricas em elétrons livres, os quais são facilmente coordenados com o lítio”, explicou o professor de química do City College, George John.

Transformar a purpurina em um eletrodo pode ser feito em temperatura ambiente. Trata-se de um processo simples que envolve a dissolução da purpurina em solvente de álcool e a adição de sais de lítio. No que diz respeito às previsões, os pesquisadores afirmam que o domínio pleno dos mecanismos utilizados no processo deve fazer com que a bateria “verde” seja produzida comercialmente em breve.

Motos 100% Elétricas

Com questões de sustentabilidade cada vez mais ressaltadas no mercado, o surgimento de tendências de smartgrids, geração de energia com fontes de energia renováveis e cada vez maiores dificuldades na obtenção de licenças ambientais, os veículos elétricos começaram a ter um maior destaque embora ainda não sejam comercialmente competitivos.

Segue abaixo uma motocicleta totalmente elétrica que começa a ser cada vez mais atraente.
Motocicleta 100% elétrica atinge 128 km/h



São Paulo – A crescente onda de veículos elétricos também atinge as motocicletas.

A fabricante Hanebrink divulgou fotos da Hustler X5, moto sustentável com aparência esportiva. O motor 100% elétrico, de íon-lítio, da moto foi montada dentro de uma caixa à prova d’água e com refrigeração líquida.

Confira mais fotos da Hustler X5, moto 100% elétrica (LINK)

Segundo a fabricante, essa motocicleta consegue viajar até 321 quilômetros com uma única carga elétrica. A transmissão de 14 velocidades permite atingir velocidade máxima de 128 km/h.

A Hustler X-5 já está em processo de fabricação em massa. Os fãs de motocicletas que quiserem adquirir os primeiros modelos poderão pagar aproximadamente 41 mil reais no site oficial da empresa. A empresa afirma que as primeiras unidades serão entregues até o final de março de 2013.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Solar no Brasil

O "instituto IDEAL" esta com uma iniciativa fenomenal. Cadastro de empresas relacionadas ao setor de energias renováveis solares no Brasil. As empresas podem se cadastrar gratuitamente.

O Site da america do sol é muito bom reunindo todo tipo de informação acerca do assunto. Embora não se aprofunde em questões técnicas, é um ótimo começo para aqueles que pretendem entender onde e como a energia solar pode chegar.



Ideal lança mapa de empresas de geração fotovoltaica no Brasil
Proposta da ferramenta é de auxiliar a localização de prestadores de serviços em cada região

O Instituto Ideal anunciou nesta quinta-feira (13/12) o lançamento do mapa das empresas e profissionais do setor de geração de energia fotovoltaica atuantes no País. A ferramenta foi elaborada em parceria com a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, com o intuito de auxiliar gestores, instituições e consumidores finais a localizar os prestadores de serviço em sua respectiva região.

Dados como endereço, telefone, projetos recentes e um perfil da experiência da empresa no Brasil estarão disponíveis no site do América do Sol no link www.americadosol.org/fornecedores. Já são mais de 50 empresas cadastradas de todo País, e novas interessadas poderão fazê-lo gratuitamente, diretamente no site.

Desde 2010, o Instituto Ideal tem lançado diversas ações dentro do Projeto América do Sol com o intuito de incentivar a geração solar no País. A principal delas é o portal educativo América do Sol, que reúne uma série de informações, estudos e dados sobre energia fotovoltaica, a fim de esclarecer o funcionamento desta fonte renovável para o grande público e informar o potencial em países latino-americanos. 

Outros materiais de destaque são a cartilha de eletricidade solar impressa, com versões em português e espanhol, e um vídeo em animação que utiliza as mesmas ilustrações do manual para atingir um número maior de pessoas através das mídias sociais.




MAPA DE EMPRESAS DO SETOR FOTOVOLTAICO

Esse mapa foi criado pelo Instituto Ideal em parceria com a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, GIZ no Brasil, para ajudá-lo a localizar a empresa de prestação de serviço na área de energia solar fotovoltaica que está mais próxima de você. Basta clicar nos ícones em destaque para ler mais sobre a empresa.

As informações sobre cada empresa/profissional são de responsabilidade dos mesmos. Lembramos, ainda, que não nos responsabilizamos pelos informações aqui fornecidas e pelos serviços que venham a ser prestados, uma vez que nosso apoio a você neste contexto limita-se em mapear onde estão os profissionais que atuam nesse setor.

Pedimos apenas que nos comunique caso tenha conhecimento de má prática por parte de alguma das empresas listadas, para que possamos, eventualmente, retirá-la da lista caso seja comprovado algum problema na prestação do serviço.

Caso você seja uma empresa e queria ser incluído no mapa, faça seu cadastro aqui >> http://www.americadosol.org/cadastro


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

GE Power & Water + Eólica + Brasil


O braço de renováveis da GE fechou contratos milionários para o fornecimento de mais de 200 turbinas eólicas no Brasil.

Com o negócio avaliado em mais de R$800 milhões, o mercado de energia eólica renovável atrai dia a dia cada vez mais investidores internacionais devido não só ao aquecimento do setor no país como também pelas crises de fornecimentos nos paises europeus e norte americanos.

Espera-se que o leilão deste ano contenha dos perto de 30GW de oferta, 14MW só de eólicas frente a uma pequena demanda de 1GW. Assim, possivelmente os preços da energia que competirão provavelmente cairá significativamente. A questão passa a ser a viabilidade técnica-econômica de implantação.

Segue abaixo uma contribuição de nosso colega Rodrigo Foschiani com uma reportagem publicada no Jornal FOLHA DE S.PAULO no último domingo (2 de dezembro de 2012).

Fonte: Jornal Folha de São Paulo


terça-feira, 27 de novembro de 2012

Projeto Sensacional - Energias Limpas


Muitos estudiosos prevem um grande choque em quase todos os setores de produção mundial no momento em que os combustíveis fósseis acabarem, no entanto, cada dia mais as energias novas promovem inovações e tendências de melhoria de viabilidade técnica.

Na matéria abaixo, pode-se notar um projeto que conseguiu combinar diversas fontes de geração de energia renovável: Energia maremotriz, solar, eólica e de biocombustíveis.

Fonte: Galileu


Uma onda de energia limpa
Projeto usa mar, sol, vento e lixo para gerar eletricidade e acabar com queima de diesel no paraíso de Fernando de Noronha

Natural e limpinho: Usina que aproveita movimento das ondas vai atender à maior parte da demanda energética do arquipélago
Quando Américo Vespúcio chegou a Fernando de Noronha, em 1503, chamou o local de “verdadeira maravilha da natureza”. Os turistas de hoje parecem concordar com sua opinião, porque o número de visitas à ilha não para de crescer desde a década de 1990. Para eles, no entanto, não basta uma bela paisagem, golfinhos no mar e atobás no céu. É preciso certo conforto — como TV, ar-condicionado e banho quente no quarto da pousada. Haja energia.

Para atender a essa demanda, a ilha apela para a Usina Termelétrica de Tubarão. Ela queima uma média de 310 mil litros de diesel por mês, para gerar 3,2 MW, fazendo muito barulho e poluição. Além disso, o combustível precisa ser transportado de navio para a ilha — já pensou se um acidente o derrama no mar? Felizmente, tudo isso tem data para acabar, graças a um projeto de R$ 35 milhões que vai revolucionar a geração de energia do santuário ecológico.

Ainda este ano, entram em funcionamento duas usinas solares e 13 geradores eólicos. Ano que vem, é a vez de uma usina de pirólise, que queima o lixo não reciclável de modo controlado, gerando menos poluição do que uma incineração normal — e energia! De quebra, ela resolve o problema das 3 toneladas de resíduos geradas por dia no arquipélago, que são enviadas ao continente por R$ 15 mil mensais.

A maior novidade, no entanto, será uma usina marítima, prevista para funcionar em 2014. A tecnologia usa barcas fixadas no fundo do mar, com pás flexíveis que transformam a energia do vai e vem das ondas em eletricidade. O mecanismo já foi testado no mar de Peniche, área portuguesa de preservação ambiental com características semelhantes às de Noronha. “Ela não agride o ambiente. Como o mar é aberto, a placa funciona até como uma proteção para a vida no mar”, diz Fernando Machado, da Secretaria de Ciência e Tecnologia do governo de Pernambuco e responsável pelo projeto.

ONGs e órgãos de preservação ambiental, como de praxe, ainda se mostram desconfiados. “Ainda não podemos afirmar nada”, diz Ricardo Araújo, chefe do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha. “A usina pode ter influência para corais e peixes do local.” O governo de Pernambuco afirma que todos os projetos se enquadram nas exigências da legislação ambiental vigente, tanto federal quanto estadual. “Mas só teremos uma resposta conclusiva sobre o impacto ambiental de todos os sistemas quando os equipamentos estiverem instalados de fato”, pondera Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Energias Renováveis do Greenpeace Brasil.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Turbinas de Avião

Como todo bom telespectador e aficionado por filmes, sempre tive a curiosidade de saber como uma turbina de avião funciona nos dias de hoje.

Claramente antigamente os aviões baseados em tecnologias de hélices valiam-se dos empuxos exercidos no ar para levar os aeromodelos para cima e para baixo, no entanto, hoje em dia tudo que vemos são grandes encapsulamentos que fazem barulhos absurdos.

Mas, como estas maravilhas realmente funcionam? 
Segue uma matéria do Tecnomundo que nos ajuda a entender um pouquinho mais o que acontece aqui embaixo e lá em cima.

Fonte: Tecnomundo


Como funciona um motor com turbina a gás de um avião [infográfico]
Veja quais são os principais componentes do motor e como eles combinados podem fazer um avião gigante levantar voo.

Infográfico - Como funciona um motor com turbina a gás de um avião [infográfico]

Não é raro ligarmos a televisão e nos deparar com a notícia de que um avião sofreu um acidente. Ficamos intrigados facilmente ao perceber que algo tão grande e aparentemente resistente é danificado por pássaros, balões e outros objetos que não parecem representar séria ameaça.

Chega a ser contraditório quando ouvimos sobre uma tragédia e, em seguida, alguém lembra que “o avião é um dos meios de transporte mais seguros do mundo”. Pois é, pelas estatísticas, ele é realmente seguro, mas isso só é válido quando nada interfere no funcionamento de seus motores.

É graças aos motores, que alguns chamam de "turbinas", que um avião enorme pode levantar voo com tanta facilidade. Entretanto, você tem noção de como funcionam os motores de uma aeronave? Sabe o motivo pelo qual o avião pode cair caso um desses mecanismos tenha alguma falha? Hoje, vamos explicar um pouco sobre esses gigantes do ar e seus motores.

O funcionamento do motor com turbina a gás

Como funciona um motor com turbina a gás de um avião [infográfico]
  1. Dentro do invólucro protetor, há quatro principais componentes: ventoinha, compressor, combustor e turbina;
  2. Uma enorme ventoinha, instalada na parte da parte da frente, gira em alta velocidade para coletar o ar;
  3. Toda essa quantidade de ar sugada é direcionada para o compressor;
  4. O compressor é composto por diversos rotores que giram em alta velocidade em torno dos estatores;
  5. No processo de compressão, o volume do ar é diminuído até trinta vezes;
  6. O ar comprimido é forçado a entrar no combustor;
  7. Neste estágio, o ar é misturado com o combustível (que vem de um reservatório) e aquecido a 2.000 °C;
  8. O gás altamente comprimido é direcionado para a turbina, onde ele será descomprimido, revertendo o trabalho do compressor, e expelido em alta velocidade, gerando o empuxo para locomover a aeronave;
  9. Esse processo acontece em altíssima velocidade e constantemente. Claro, a velocidade de rotação dos componentes do motor varia conforme a aceleração determinada pelo piloto.

Motores muito fortes
Os motores com turbina a gás produzem uma força de empuxo violenta. Um Boeing 737-100, que é o modelo mais simples da série, tem potência suficiente para transportar até 49 toneladas de carga (incluindo bagagem, passageiros e o peso da aeronave).

Esse valor do peso máximo é determinado como “peso máximo de decolagem”, pois é a quantidade limite que pode fazer parte do peso quando o avião está saindo do chão. Um valor superior ao máximo suportado impediria que aeronave decolasse, mas isso não quer dizer que os motores não teriam força suficiente para carregar mais carga em solo.

Próximo da velocidade do som
Agora que você já tem uma noção de como funciona o motor, resta a pergunta: qual é a velocidade máxima do avião? Bom, isso depende de diversos fatores. Algumas aeronaves têm dois motores, mas possuem dimensões reduzidas, e outras têm quatro e são de tamanho avantajado.

Além disso, a velocidade máxima varia conforme a fabricante do motor, o peso da aeronave, as dimensões e, quando em atividade, ainda depende da quantidade de passageiros. Segundo as informações da Boeing, as aeronaves da série Boeing 737, por exemplo, atingem velocidade máxima de mach 0,81, ou seja, 1.000 km/h — uma aeronave quase tão rápida quanto o som.

Qualquer interferência gera problemas
Como você pôde ver, quando um avião está em operação, tudo acontece em alta velocidade. É por isso que se um pássaro for em direção a um dos motores e se chocar com a ventoinha, o funcionamento da aeronave pode ser altamente comprometido.

Os motores com turbinas a gás estão preparados para trabalhar com ar. Qualquer outro elemento, seja um balão ou um pássaro, que por ventura entre em um dos compressores já pode causar danos e desestabilizar a aeronave, visto que o empuxo não será devidamente produzido.

Agora, você já tem ideia de como os motores com turbinas a gás fazem para levantar aviões gigantes. Claro, existem diversos outros tipos de motores, mas, de forma geral, eles trabalham de maneira parecida.