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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Nova Geração

Curiosidades sobre os Cs? Eu também estava bem curioso e por um bom motivo, a comunidade de hoje sempre busca atualizações e hoje em dia, com raríssimas exceções, não se atualizar pode tornar qualquer pessoa, profissional ou o que for.. OBSOLETO... isso mesmo, esta palavra não se refere somente a superação de tecnologias mas sim a superação de qualquer idéia.

Segue uma matéria muito interessante sobre a Nova geração de pessoas que tem surgido... Depois de X, Y e Z... Vem ai a C.

Fonte: Galileu


A vez da ‘geração C’

Esqueça a geração Y. A menina dos olhos agora é geração C - pelo menos para o YouTube

Geração X, Z, Y... Mais uma agora? O Google Brasil reuniu na semana passada vários executivos em sua sede em São Paulo para apresentar a nova geração de usuários e consumidores em torno do YouTube: a "Geração C". 

Os números impressionam: 67% dos membros da ‘geração C’ colocam suas fotos na internet; 85% vêem o que seus amigos e colegas pensam antes de tomar uma decisão; 88% têm um perfil em uma rede social, e 65% atualizam-o diariamente; e 91% dormem do lado do smartphone. 

A vice-presidente de marketing do Google, Danielle Tiedt, se apressa em explicar que não se trata de um grupo definido por idade, mas por atitude em relação ao mundo de possibilidades presentes no ambiente online. “Essa é a primeira geração a crescer com a internet, com expectativa de participação e interação completamente diferentes dos antecessores”, diz ela. 

A Geração C é explicada então, com 4 “C”s: curadoria, conexão, comunidade e criação. Cada uma delas representa o que um usuário pleno do YouTube espera ter a seu alcance nessa plataforma. 
Curadoria é a seleção pessoal do que eles gostam no site, que pode vir junto com um posterior compartilhamento, como imagem de suas personalidades. 

Conexão, segundo ela, é uma marca dessa geração que faz questão de que todos saibam tudo o que acontece com elas. “O smartphone é uma extensão do que as pessoas são. Há pesquisas que dizem que os mais jovens prefeririam perder o olfato a perder seu celular! E atualmente, 25% das visualizações mundiais do YouTube são realizadas em dispositivos móveis", disse Danielle. 

Comunidade é explicada através das “ações em massa” dos usuários com decisões conjuntas e interação entre grupos com os mesmos interesses. A criação de contas no YouTube por exemplo, tem dobrado ano a ano no mundo todo e esse fenômeno ajudaria a explicar uma reunião e engajamento cada vez maior em torno de ideias em vídeo. 

Para os executivos, o diferencial do YouTube seria a possibilidade de livre criação. Para Alex Carlos, diretor de parcerias do YouTube, o maior site de vídeos do mundo representa uma democratização da produção de conteúdo, por muito tempo controlada apenas por chefes formadores de opinião. 

A equipe chega inclusive a mencionar o crescimento estrondoso de canais como Porta dos Fundos, Parafernalha e Galinha Pintadinha como exemplos de que uma boa ideia pode se tornar um plano de negócio, algo totalmente novo no site. 

De acordo com dados da agência comScore, o YouTube tem quase 58 milhões visualizações por mês no Brasil, sendo que 9 a cada 10 brasileiros com acesso a internet estão assistindo a vídeos online no país. Esses dados nos colocam no “top 5” entre consumidores dessa mídia e mostram que o mercado verde e amarelo está em posição estratégica na visão de negócio do Google. Danielle Tiedt conta que a pretensão do YouTube é ser mais que uma plataforma de vídeos, mas um “destino diário” para os membros da Geração C. Dependendo da parcela brasileira e sua participação nesse nicho, eles estão no caminho certo para dominar o mundo.

Veja trechos da apresentação do Google sobre a chamada 'Geração C':

Editora Globo


Editora Globo
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Tecnologia Humana - Futuro Embrionário

Ficar somente a cargo da diversão?

É... acho que o sejo poderá e deverá ganhar uma promoção.

Ao invés de ser ainda considerado "humano" e hoje em dia se-lo não esta nada muito atrativo rs...

Mas enfim ! Daqui a pouco realmente será... Just 4FUN !

Fonte: Galileu


Filhos sem sexo
Úteros artificiais, óvulos e espermatozoides produzidos a partir de células-tronco. Com isso, a ciência promete um futuro com gravidez pós-menopausa e filhos legítimos de casais gays

Editora Globo “Sexo é hereditário. Se seus pais nunca fizeram, você também não fará.” Brincadeiras como essa, que dão como certo que o sexo é necessário para a reprodução, podem não fazer sentido daqui a algum tempo. Ao menos é o que a bióloga britânica Aarathi Prasad afirma em seu livro Like a Virgin: How Science is Redesigning the Rules of Sex (Como uma virgem: como a ciência está redesenhando as regras do sexo), lançado recentemente no Reino Unido, ainda sem versão em português. O trocadilho com a música da cantora Madonna não é à toa: a tese defendida pela autora — ex-pesquisadora de câncer e genética da Imperial College London e atualmente dedicada à divulgação científica, com aparições em programas de TV e jornais — é que, graças a novas pesquisas, o ser humano poderá passar seus genes adiante recorrendo a métodos bem distantes do sexo tradicional.

Úteros artificiais, óvulos e espermatozoides criados a partir de células-tronco e homens tendo filhos sem precisar de mulheres (ou vice-versa) podem fazer parte do futuro da reprodução. Pesquisas nessas áreas já são desenvolvidas, a maioria em fase inicial. Os benefícios viriam não só para pessoas inférteis, mas também para mulheres que desejam engravidar após os 40, casais gays que querem ter filhos com a herança genética de ambos ou quem queira fazer uma produção independente sem recorrer à doação de sêmen ou óvulo. “A reprodução humana vai mudar radicalmente”, diz Aarathi.

Fora do corpo 
Quando, em 1932, Aldous Huxley escreveu o clássico da literatura de língua inglesa Admirável Mundo Novo, previu bebês crescendo fora do corpo da mãe em espécies de chocadeiras. A ideia, à época mais do que futurista, pode se tornar realidade. “Não será a curto prazo, deve levar entre 50 e 100 anos para termos o útero fora do corpo”, afirma o médico e filósofo francês Henri Atlan, autor do livro O Útero Artificial. Recentemente, cientistas americanos cultivaram em um recipiente em laboratório camadas de células uterinas, e óvulos fertilizados in vitro se implantaram nelas no tempo esperado. Por limitações éticas, o experimento não pôde progredir além dos oito dias de implantação.

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A ideia da gestação em um órgão de laboratório passou pelo mundo animal antes de chegar aos humanos. Nos anos 80, cientistas japoneses começaram a pesquisar uma forma de gestar fetos de cabra fora do corpo. Eles construíram um tanque de plástico cheio de líquido amniótico artificial, ligado a um dispositivo que imitava as funções de uma placenta.

Após muitos ajustes, os fetos se desenvolveram por três semanas e sobreviveram a um parto feito no laboratório. Em 2008, pesquisadores australianos também obtiveram bons resultados com um dispositivo semelhante, feito para uma espécie de tubarão ameaçada de extinção.

Mas criar um útero que sirva para humanos não é fácil. O principal desafio não é construir o órgão em si, mas membranas com as propriedades complexas de uma placenta, que regula o transporte de nutrientes, hormônios e dejetos. Se a ciência avançar a ponto de fazer a técnica dar certo, o útero externo pode ser uma esperança para mulheres que não tenham o órgão ou mesmo uma opção para gravidez de risco, como as em idades mais avançadas. Pois a promessa para o futuro é poder ter filhos até mesmo após a menopausa. 

Célula da vida
As mulheres estão tendo filhos mais tarde. Dados do último censo mostram que as mães acima dos 30 são responsáveis por 31,3% dos bebês nascidos no Brasil (em 2000, esse número era de 27,5%). Segundo Artur Dzik, diretor científico da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, 20% das pacientes que procuram clínicas de reprodução têm mais de 40 anos. “Muitas não produzem mais óvulos e a única forma de voltarem a tê-los seria via células-tronco. Não é ficção, a medicina está caminhando nesse sentido.” 

De fato, o uso dessas células matrizes capazes de se diferenciar em qualquer tecido do corpo humano parece ser a grande promessa da medicina da reprodução contra a infertilidade — e não apenas a feminina. Laboratórios no Reino Unido e Japão estudam como produzir espermatozoides com o formato ideal para nadar e fecundar um óvulo, tudo a partir de células-tronco. Os estudos clínicos devem começar em 30 anos. 

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As técnicas apostam em uma pesquisa pioneira da Universidade de Göttingen, na Alemanha. Em 2006, cientistas de lá conseguiram transformar células-tronco embrionárias de ratos em um material capaz de gerar sêmen quando cultivado in vitro. No experimento, os espermatozoides de laboratório fecundaram um óvulo e deram origem a embriões e, logo, a sete ratinhos. Seis deles chegaram à vida adulta. “É um claro indício de que os gametas masculinos obtidos de células-tronco embrionárias são capazes de induzir à fertilização normal”, afirmaram os pesquisadores. Mas a ciência da reprodução via células-tronco vai além e pode reverter uma das maiores verdades sobre o nascimento humano: a necessidade de que, para nascer, é sempre preciso um pai e uma mãe. 

Dois pais ou duas mães 
Em um estudo publicado em agosto de 2012 por uma universidade de Xangai (China) e outra de Washington (EUA), pesquisadores conseguiram obter óvulos de ratos em laboratório a partir de células-tronco masculinas. Os cientistas converteram o material que dá origem ao esperma em óvulos imaturos capazes de gerar embriões normalmente. “O tipo de célula conseguido em um experimento como esse depende, basicamente, da ‘sopa química’ em que as células-tronco estão imersas. Quando você muda a ‘sopa’, pode mudar o resultado”, afirma Aarathi.

Pesquisas assim, ainda que incipientes, pressupõem a lógica de que dois homens poderiam gerar um filho legítimo, de um óvulo e espermatozoide autênticos do casal. A mulher só entraria na história como barriga de aluguel — ou nem isso, caso o útero artificial venha a se tornar realidade. Seria uma gravidez sem uma mãe. Por outro lado, as pesquisas de reprodução em mamíferos também já apontam para uma gestação sem um pai biológico.

A ratinha japonesa Kaguya, nascida em 2004, foi o primeiro fruto de uma experiência de reprodução a partir de animais do mesmo sexo. Ela foi “produzida” em Tóquio, a partir da junção dos óvulos de duas fêmeas, sem a participação de um macho. O processo em que se gera um embrião sem fecundação é conhecido como partenogênese, e ocorre naturalmente em animais como a abelha e o lagarto. Para reproduzi-lo em mamíferos, os cientistas injetaram o material genético do óvulo imaturo de uma das mães no óvulo maduro da outra. Eles, então, ativaram esse óvulo combinado para que gerasse um embrião.

O experimento foi o mais perto que já se chegou de criar um nascimento virgem em mamíferos. A expectativa de Aarathi é que, no futuro, casais homossexuais possam usufruir da tecnologia. Mas o coordenador da pesquisa, Tomohiro Kono, professor da Escola de Biociência Aplicada da Tokyo University of Agriculture, afirma que o estudo não irá evoluir até a aplicação em humanos. “Absolutamente não”, disse, categórico, por e-mail. Em seguida, deu notícias da ratinha Kaguya: “Ela teve uma vida feliz e agora está no céu, com suas duas mães”.

Uma mudança em algo tão fundamental na reprodução humana — a presença de um homem e uma mulher — também gera ressalvas por afetar a concepção de maternidade e paternidade, assim como a de família. “As crianças podem não ter pai por serem frutos de um relacionamento fortuito, que terminou ou porque o pai morreu, mas em todas as situações há um pai, para o qual podem ser dirigidos sentimentos, mesmo que negativos”, afirma a especialista em bioética Mariangela Badalotti, professora da Faculdade de Medicina da PUC do Rio Grande do Sul e presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana. “No caso da produção independente, esse pai não existe. Isso terá algum efeito, não necessariamente negativo. Mas qual será, só o tempo dirá.” 

Limites éticos 
Quando resolveu escrever um livro sobre formas nada convencionais de ter filhos, Aarathi inspirou-se em si mesma. Mãe de uma menina, a cientista sempre quis ter mais crianças, mas não sabe se vai realizar esse desejo porque está solteira. “Há muita gente como eu. Pesquisas sugerem, inclusive, que a primeira razão que leva mulheres a adiarem a gravidez é não terem encontrado o ‘cara certo’”, disse a autora. Ela acredita que mulheres mais velhas ou homens que não tenham parceiros também devam ter o direto de experimentar ser pai ou mãe de alguém. Embora tenha seu lado altruísta, a ideia levanta questionamentos. “Não tenho dúvidas de que a evolução tecnológica vai ultrapassar a barreira da idade, da menopausa”, afirma Badalotti. “Porém, haveria o problema da grande diferença geracional e da orfandade precoce. Além disso, os riscos de gestação em idade avançada não são realmente bem conhecidos.”

Aarathi admite que as novas técnicas não são “ciência fácil”. “Estamos falando da vida de bebês”, afirma. Mas ela acredita que as resistências serão vencidas com o tempo. Dzik concorda: “Demorou 32 anos para que o idealizador do primeiro bebê de proveta ganhasse o prêmio Nobel. Hoje, temos em torno de cinco milhões de bebês fertilizados in vitro no mundo. As pessoas viram que a técnica ajudou muitos casais.”

Para os preocupados, Aarathi esclarece que ninguém está decretando o fim do sexo: “Estou falando só de reprodução. Se o jeito natural não funciona, é preciso ter assistência médica”, afirma. “Mas nunca imaginei um futuro sem sexo, só um que ofereça mais chances.”

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Quando os Computadores Atrapalham

Com o aumento do uso do tempo pessoal cada vez maior para ficar em cima do computador, diversos casais já afirmam que o computador só atrapalha relacionamentos embora alguns poucos casais afirmem que só conseguem manter seus relacionamentos por meio da telinha.

No final das contas, o computador ajuda ou atrapalha?

Com certeza todo casal que possui apenas um de seus elementos aficionado por jogos de computador ou então por seriados ou então pelas famosas redes sociais vai afirmar que o computador só atrapalha o relacionamento. No entanto, muitas pessoas pensam somente no tempo que os seus companheiros dedicam a telinha e não a seus afetos ao companheiro.

O problema pode ser um pouco pior uma vez que performances dos computadores também deixam seus usuários mais stressados e podem ainda assim piorar a qualidade dos relacionamentos.

Veja a matéria publicada na Tecmundo


Computadores podem deixar casais estressados
Algumas pessoas dizem que o PC é mais desgastante do que discutir a relação.
8 de Fevereiro de 2013

É muito provável que você conheça algum casal que já tenha brigado pelo menos uma vez por conta do computador — se é que isso não aconteceu com você mesmo. A lista de motivos é enorme, já que uma das duas pessoas pode ficar com ciúmes do que é escrito em redes sociais ou não gostar dos amigos “digitais” da outra.

Para provar que o PC e os seus recursos são muitos desgastantes em relacionamentos, uma pesquisa divulgada pela empresa Crucial.com entrevistou dezenas de adultos norte-americanos que estavam namorando. Como você já deve imaginar, o resultado não foi nada bom para os computadores.

Pior do que contas para pagar!

Segundo as respostas adquiridas através do estudo de um instituto chamado Harris Interactive, a grande maioria dos casais que têm acesso à internet se incomoda com o tempo passado por uma das pessoas na frente do computador — e isso pode atrapalhar de diversas maneiras, como a falta de compromisso com o namoro, por exemplo.

Para piorar, até mesmo o desempenho do PC parece incomodar o relacionamento, já que uma das pessoas fica nervosa e isso atrapalha o namoro. Por conta de tudo isso, parte dos entrevistados afirmou que o computador chegar a ser pior do que problemas com contas para pagar ou discutir a relação.

Agora, o Tecmundo quer saber: o seu computador ou as redes sociais já atrapalharam o seu namoro?

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Para Mudar, MUDE !

Com certeza a maioria das pessoas mudaria alguma coisa em suas vidas. Junto ao início de mais um ano, surgem novas resoluções e as esperanças se renovam com previsões e mais perspectivas para o ano de 2013. No entanto, pode-se dizer que 90% das pessoas insatisfeitas com suas vidas e que buscam algum tipo de "tranquilidade" em suas vidas decidem por não mudar suas realidades com medos exatamente dessas mudanças.

Diversas revistas, centros de informação, programas de personalidades famosas entre outros sempre nos trazem possibilidades, estas que muitas vezes podem ser boas mas que no fim das contas realmente não nos farão mudar o resultado final da equação vida.

Por exemplo, a matéria publicada na INFOMONEY (Informação que vale dinheiro) com a matéria "TOP 10 maneiras de ganhar dinheiro extra nas horas vagas" publicada em julho de 2012 tenta auxiliar os trabalhadores comuns que já possuem uma cargas de trabalho bem superior a 8 horas previstas (afinal, as horas de deslocamentos até seus trabalhos também são considerados utilizadas), ainda precisariam com malabarismos conseguir realizar as sugestões indicadas para receber uma dinheiro extra. Obviamente tudo que se fizer como atividade remunerada em nossas horas vagas pode se tornar dinheiro, basta efetivamente cobrar pelo que é feito ou pelo que se entregar como produto. No entanto, dentre as 10 possibilidades citadas no artigo (Aulas particulares, Artesanato, Computadores e internet, Do velho para o novo, Dog walker, Doces, Na música, Quase um marido de aluguel, Consultoria e Imposto de renda) nenhuma das idéias permitirá que a pessoas desvincule a sua remuneração de suas horas.


Como assim? Independente do tipo de serviço ou produto indicado na matéria, a pessoa continua presa ao seu trabalho de modo, se algum dia, por mais que o seu negócio extra tenha dado certo, ela parar sua atividade extra, esta renda tende a zerar em curto espaço de tempo.

Neste momento que surge a pergunta que deveria efetivamente ser apresentada a todos nós:

Que negócio ou atividade permitirá que, ao mesmo tempo que eu trabalhe em meu emprego tradicional, permita ter uma renda extra e como fazê-la com o passar do tempo trabalhar para mim ao invés de eu trabalhar para ele de modo que o rendimento continue aumentando mesmo com a redução da carga de trabalho?

A resposta: ATIVOS

Ativos neste caso possui o significado de algo que lhe gere renda.
Para explicar a praticidade da realidade, nada melhor que exemplos.

Um apartamento em que mora: Passivo
Porque: Você Gasta água, luz e gás, gasta com condominio, o valor normalmente se deprecia, paga IPTU, etc...

Um apartamento seu alugado: ATIVO
Porque: Você ganha um valor adicional por mês pelo bem sem que tenha que efetivamente estar trabalhando. O aluguel chega a sua conta ou ao seu bolso mesmo que você tenha dormido o mês inteiro.

Um carro: PASSIVO
Porque: Você gasta com gasolina, gasta com IPVA, gasta com...

Uma loja de Franquia: ATIVO
Porque: Os vendedores continuarão vendendo por você (o chefe) e a renda continuará fluindo

Para desvincular as suas horas trabalhadas de sua remuneração, você precisa colocar um plano em ação com dois pontos principalmente: Trabalhe com ativos e que você não seja o responsável por trabalhar com eles. De nada adiantará se você mesmo abrir um negócio mas tiver que usar suas horas para fazer o negócio funcionar. A médio/longo prazo, o negócio tem que se movimentar sozinho.

A maioria das pessoas precisa mudar, sabe disso mas tem medo desta mudança porque obviamente existem alguns riscos relacionados às mudanças. Àqueles que creem fielmente que pular ondas no final do ano e que estão esperando um grande prêmio ou herança para mudar de vida, provavelmente continuará assim por mais um tempo. Mesmo que que o "bom velhinho" Eistein um dia tenha dito


"... Não há maior sinal de loucura do que fazer uma coisa repetidamente e esperar a cada vez um resultado diferente ..."

Ouso acrescentar ainda que Não existe uma Grande Vitória sem uma Grande Batalha

Não me escoderei mais de tudo que posso ser ! 

Que comece a Batalha !

Culpa Positiva

Acreditem se quiserem mas Culpa pode sim ter seu lado positivo.
Como?
Uma pesquisa mostrou que realmente a sensação de culpa pode aumentar as sensações de prazer.

Fonte: Galileu

Agora está provado: sentimento de culpa aumenta a sensação de prazer


Pesquisador de Yale responsável pelo estudo que pode mudar até o rumo das campanhas antidrogas

Ravi Dhar, o culpado pelo estudo: pequenas atividades banais podem ser prazerosas por serem divertidas e sem fins práticos //Crédito: Divulgação
“O que eu devo fazer 
Que culpa tenho eu 
Me diga amigo meu 
Será que tudo o que eu gosto 
É ilegal, é imoral ou engorda” 

O Rei Roberto Carlos, como sempre, na vanguarda. Ele cantou a estrofe acima em 1976, (na música “Ilegal, Imoral ou Engorda”) e precisou de quase 40 anos pros cientistas chegarem à conclusão que sim, Rei: (quase) tudo que é ilegal, imoral ou engorda é mais gostoso mesmo. 
Invadir o email de um colega de trabalho é proibido, e nem por isso é divertido. Mas comer uma barra de chocolate em plena dieta da sopa...não precisa falar nada. Só de imaginar a cena já sentimos um prazer misturado com culpa e, segundo uma pesquisa recém divulgada pela Yale University, nos EUA, é exatamente o fato da culpa estar ali que faz o prazer ficar ainda mais intenso.

Um mecanismo até então pouco incompreendido que nosso cérebro desenvolve durante nossas vidas: “Se quando eu sinto culpa, as vezes também sinto prazer, vou associar os dois. Nós não nascemos com isso, é algo que vai sendo estabelecido pela repetição durante nossas vidas”, diz Ravi Dhar, diretor responsável pela pesquisa.

Ravi conversou com a GALILEU e contou sobre as conclusões de sua pesquisa, que leva o título "Quando a culpa gera prazer: o efeito positivo de uma emoção negativa". Entenda o estudo em 4 perguntas:

É certo dizer que a culpa automaticamente gera prazer?

Ravi Dhar: Nos experimentos, nós ativamos a culpa através de intervenções bastante sutis. Em um teste nós simplesmente pedíamos para que os voluntários lembrassem de um momento em que se sentiram culpados. Em outro, distribuímos revistas de saúde e bem-estar para as pessoas folhearem logo antes de comerem chocolate. Isso gera uma culpa relacionada a ausência de poder. Nós não estamos dizendo que machucar uma pessoa ou qualquer outro tipo mais intenso de culpa necessariamente irá gerar prazer. 

Em termos cerebrais, como isso é possível?

Ravi Dhar: Pense no cérebro como estrutura cognitiva no qual conceitos relacionados estão ligados. Quando ativamos um conceito, outros conceitos se ativam por tabela. Nossa pesquisa mostra que quando a culpa é acionada, o conceito de prazer fica mais acessível, isso porque eles estão cognitivamente ligados. 

Coisas que não produzem culpa são menos prazerosas? 

Ravi Dhar: A culpa pode ter muitas motivações. Elas podem ser indiscrições pecaminosas, como comer chocolate durante uma dieta ou procrastinar assistindo vídeos engraçadinhos enquanto se deveria estar trabalhando. Contudo, é importante dizer que essas são atividades intrinsecamente prazerosas, com ou sem culpa. Quer dizer: a atividade precisa ser prazerosa e não útil, como pagar uma conta, por exemplo. 

O que a sua pesquisa tem a ver com marketing? As atuais campanhas anti-cigarro podem ser um tiro pela culatra? 

Ravi Dhar: Nosso estudo ajuda entender alguns padrões de consumo. Por exemplo, explica porque as campanhas publicitárias que associam culpa ao prazer de consumir um produto hedônico são tão eficientes. Além disso, pode servir de alerta para as pessoas por trás das políticas antidrogas. Muitas vezes a culpa é usada para dissuadir pessoas à usarem produtos ilícitos ou prejudiciais à saúde – as conclusões da nossa pesquisa sugerem que reforçar esse tipo de mensagem pode aumentar o prazer dos consumidores dessas substâncias. 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Just Between ! Mudanças !

Para os profissionais da área de projetos de engenharia não é novidade nenhuma de que o mercado e seus respectivos empregos possuem flutuações bem relevantes com relação a projetos e clientes. No entanto, desde os últimos 6 anos até o presente momento, estamos em uma condição na qual nenhuma grande empresa investidora se encontra no Brasil segurando o mercado.

Tendo em vista que muitos ficarão desempregados, outros muitos mudarão de emprego e muitos outros mudarão até mesmo de setor de atuação, segue uma matéria bem interessante que nos questiona quanto a nossa capacidade de mudanças profissionais.



Claro que normalmente a melhor alternativa a mudanças de trabalhos são ofertas de oportunidades, no entanto, nestas mudanças normalmente os profissionais adquirem diversos benefícios financeiros, pessoais ou então pessoais, afinal “...É preciso pensar na carreira como se ela fosse uma empresa que tem valor a agregar para o mercado...”.


Creio que alguns dos questionamentos já passaram por nossa mente uma, dua ou várias vezes (rs) mas será que mesmo tendo nos perguntado vezes e mais vezes estas perguntas, nós estaremos prontos?


Fonte: INFO


9 perguntas para responder antes de mudar de emprego

A decisão do caminho a trilhar no mundo corporativo - com base nas oportunidades profissionais que vão surgindo ao longo da carreira - é parte essencial deste planejamento, na opinião de especialistas.

“Aceitar uma proposta de trabalho levando em conta apenas o salário é pensar apenas no curto prazo”

Os profissionais devem responder a algumas perguntas antes de bater o martelo sobre aceitar ou não uma proposta de emprego:

1 - Onde eu quero estar em 5 anos e em 10 anos? Qual é a trilha de carreira, que quero seguir?

A primeira pergunta a ser respondida, está relacionada ao plano de carreira, propriamente dito. Deixe de pensar apenas nos próximos meses e imagine o lugar e a posição profissional que você quer atingir no médio e longo prazo. “O profissional tem que saber o que ele quer e se planejar para chegar lá. Sem isso, ele corre riscos”.

2 - A empresa e função exercida se encaixam neste meu plano de carreira? 

Aceitar esta oportunidade profissional vai ao encontro do que você planeja para a sua vida profissional? Pense nas habilidades e competências que você já tem e que vai desenvolver na função profissional que será exercida na empresa.

Por exemplo, digamos que a oportunidade em questão seja para comandar uma nova unidade negócios de uma empresa a ser instalada em outro país. Se uma experiência internacional integra o seu plano de carreira, aceitar a proposta pode ser a melhor coisa a fazer. “Se o profissional considerar que vai agregar um valor interessante, vale a pena”.

Por outro lado, se o mercado em que você está inserido está em expansão no Brasil e você tem grandes chances de crescimento na atual empresa, talvez não seja o momento de “mudar de barco”.“Pode não ser interessante agora, o profissional tem que pensar no planejamento que ele montou para a carreira”.

3 - Qual o potencial e abrangência dessa empresa e de seus produtos?

O profissional deve analisar o mercado em que a empresa atua. “Qual a tendência deste mercado, está em alta?”. Se o mercado é promissor, as suas perspectivas de crescimento seguem pelo mesmo caminho.

“O profissional tem que ir para uma empresa para ter oportunidade. De que vale um salário alto se não há potencial?”. “É preciso estudar o negócio da empresa, antes de decidir”.

4 - Qual o momento da empresa?
Entenda o momento da empresa. “O profissional deve analisar se a empresa está investindo, está crescendo ou está estagnada”.
Lembre-se: quem não aproveita o bom momento do mercado para investir e crescer acaba ficando pelo caminho. E, trocar uma empresa que está em expansão por uma companhia estagnada pode se configurar em um péssimo negócio no futuro.

5 - Qual vai ser o nível da minha atuação nessa empresa?

Você terá autonomia para tomar decisões? Investigue para quem terá que se reportar. A falta de autonomia é uma das principais reclamações dos profissionais em relação aos chefes.

Se o seu potencial gestor é do tipo que não deixa espaço para criação, dizendo em detalhes como você deve agir, o risco é você se transformar em um realizador de tarefas em vez de tocar projetos. Por isso, discutir a autonomia do cargo durante a entrevista de emprego é importante.

6 - O salário é compatível com o mercado?

Apesar de não ser o único aspecto a ser analisado, o salário é um fator importante. “Não é primordial, mas a remuneração faz diferença”. Um salário maior é um fator de grande atração, mas uma remuneração mais enxuta não deve ser descartada de cara.

Se o vencimento é menor, confira as chances de reverter este quadro em um curto espaço de tempo. Muitas vezes você pode até entrar ganhando (um pouco) menos, mas  a possibilidade de ascensão profissional mais rápida do que no seu atual emprego pode ser bem lucrativa no futuro.

7 - Qual a cultura da empresa?

Se você vai passar ao menos um terço do seu dia na empresa, é certo que o ambiente de trabalho deve ser investigado. “O mais importante é estudar como é o ambiente, do ponto de vista da cultura da empresa”.

O especialista lembra que a cultura da empresa vai ditar como são produzidos os resultados. “É preciso estar alinhado, há casos de profissionais que produzem resultados em uma empresa mas vão ser um fracasso em outra”, diz. Por isso, tire todas as suas dúvidas em relação aos valores e rituais empregados pela empresa e descubra se eles estão alinhados ao seu perfil.

8 - Qual o ganho da mudança?

Coloque na balança todos os benefícios de aceitar a proposta. Alguns deles você já deve ter bem claros ao responder às perguntas anteriores. Mas pense em outros aspectos também como, por exemplo, a flexibilidade de horário de expediente e a localização da empresa. “Você vai ter mais tempo com a família, vai enfrentar menos trânsito?”.

9 - Qual o desafio?

Pense na sua motivação para trabalhar. O que esta nova oportunidade profissional vai agregar a sua carreira em termos de desafio? Você vai participar ou comandar novos projetos? Não se esqueça de que a ausência de desafios pode trazer a sensação de estagnação, o que é péssimo para a vida profissional.

“Para os cargos mais altos, cada vez mais, as empresas estão contratando conforme o desafio”. Descubra quais os desafios e certifique-se de que são adequados para o seu perfil. Por exemplo, se é uma empresa que está precisando alavancar os resultados ou que está passando por um processo de fusão,  veja se o seu perfil profissional se encaixa nestes desafios.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Faculdade de Vida - Habilidades de Mercado



Claramente fazer uma boa faculdade nos trás diversas vantagens competitivas de mercado, no entanto, não são as habilidades adquiridas no colégio e universidades que realmente farão do profissional um destaque ou diferencial no mercado.



De modo geral, o que diferencia os profissionais dentro de seus grupos de trabalho não refere-se a parte técnica e sim com relação as habilidades ou proficiências pessoas e comportamentais e por isso as empresas tem valorizado cada vez mais estas competências. Tome os principais ganhos de performance após profissionais terminarem seus MBAs bons (não aqueles que qualquer um faz, mas sim aqueles reconhecidos mundialmente).

Abaixo, encontra-se uma matéria que foi publicada na INFO que mostra algumas desssa habilidades.

11 habilidades que o mercado exige e a faculdade não ensina


Sair da formatura com notas elevadíssimas em todas as disciplinas não é garantia de que o recém-formado seja um excelente profissional. Ao contrário.Especialistas consultados por EXAME.com são unânimes ao afirmar que entre os conhecimentos compartilhados nas universidades brasileiras e o que o mercado de trabalho exige para o crescimento na carreira há uma grande lacuna. E não estamos falando apenas de preparo técnico.

“As pessoas aprendem a resolver problemas de forma separada e, de repente, precisarão resolver todos estas questões em um problema só”, diz o coach educacional Renato Casagrande.

“Faltam aquelas competências que os americanos chamam de “soft skills”, como comunicar-se bem, avaliar o que cada um é capaz, montar e motivar uma equipe, além de uma série de outras coisas que levam à uma performance melhor”, diz Armando Dal Colletto, diretor acadêmico da Business School São Paulo.

1 - Ser multicultural (na prática) - Fora a possibilidade de ter um intercambista na turma ou estudar por um período em uma universidade estrangeira, poucas são as iniciativas oficiais de muitas universidades por aí para colocar os alunos em contato direto com diferentes culturas.

No mercado de trabalho o cenário é outro: o chefe pode ser coreano, o colega da mesa ao lado, espanhol, a empresa parceira, indiana e o cliente, chinês. A falta de profissionais qualificados no país, a internacionalização das empresas brasileiras e o desembarque de grupos globais por aqui aproximou a rotina corporativa do cenário de Babel.

E inglês fluente não é tudo. De detalhes culturais para negociar melhor até gestos pequenos que contribuem para um boa convivência: “É preciso um entendimento das diversidades”, afirma Dal Coleto.

2 - Trabalhar em equipe - Não se engane: os tradicionais trabalhos em grupos da faculdade quase não preparam ninguém para atuar em uma equipe. Motivo? “Quando organizam os grupos de trabalho, os alunos escolhem seus amigos, pessoas com quem se identificam e, no mínimo, a partir de pontos que os aproximam”, diz Casagrande.

Na vida profissional, a história é diferente. Ninguém (exceto o próprio chefe) escolhe com quem vai trabalhar. E, ao contrário da tônica típica dos grupos de faculdade (em que as pessoas tendem a ser parecidas), para uma equipe dar certo no trabalho é essencial que seja composta por pessoas com perfis complementares e, portanto, diferentes, afirma o especialista.

“E, além de tudo, os alunos não aprendem a compartilhar ideias: Para facilitar a a própria vida, dividem tarefas”, diz Casagrande.

3 - Fazer networking - Seja por ficar centrado no próprio círculo de amigos e até por uma questão cultural, a faculdade raramente desmistifica a capacidade de fazer networking ou expandir sua rede de contatos profissionais.

“As pessoas têm vergonha de se aproximar dos outros com uma segunda intenção”, diz Gustavo Furtado, fundador da Tricae. E as universidades quase nunca criam meios para que esta visão seja mudada. “Nos Estados Unidos, em todo e qualquer evento as pessoas são estimuladas a se apresentar e falar a sua história”, diz.

4 - Ser interdisciplinar - Na faculdade, as disciplinas até podem ser apresentadas em dias ou semestres diferentes. Mas, na rotina corporativa, o conhecimento adquirido de cada uma delas deve ser usado de forma integrada – algo que, infelizmente, o ensino tradicional ainda não sabe manejar.

5 - Falar em público - “Nas apresentações de trabalho, geralmente, só fala quem já tem boas habilidades de comunicação. O mais analítico tende a não falar”, diz Joseph Teperman, CEO da Flow. E, na carreira, apresentar-se em público é quase um requisito básico em todas as carreiras – mesmo que seja para uma plateia composta apenas por seus chefes.

6 - Como escolher a carreira - A decisão por qual curso superior seguir é apenas o primeiro passo em direção a escolha da carreira que é mais coerente com você. Assim que o diploma é entregue na colação de grau é que começam as verdadeiras escolhas decisivas para a trajetória profissional.

O problema é que a faculdade ensina pouco para este momento. “Não há parceria com as empresas ou consultorias de recrutamento. O profissional sai da faculdade sem saber onde estão e quais são as principais oportunidades do mercado”, diz Furtado, da Tricae.

Muitas vezes, sem saber muito bem qual rumo seguir. “A pessoa acaba seguindo a carreira daquele primeiro estágio que ela conseguiu ou parte para um jogo de tentativa e erro”, diz Teperman.

7 - Liderar e gerir pessoas - Exceto por quem se aventura em uma empresa júnior, centros acadêmicos, atléticas ou outros movimentos estudantis, raras são as chances que um graduando tem para treinar a arte de liderar uma equipe. E isso demanda inteligência emocional, resiliência, capacidade para delegar e motivar pessoas. “Tem uma parte da rotina do executivo, que nem um curso de pós ajuda”, afirma Maurício Trezub, CEO da Ciashop.

8 - Contratar - “Contratar pessoas para trabalhar com você não é a mesma coisa que convidar um colega para fazer um trabalho”, diz Maurício Trezub, CEO da Ciashop. E muita gente só descobre o tamanho deste desafio quando tem que recrutar pela primeira vez.

“A ajuda, muitas vezes, vem de um superior imediato”, diz Teperman. Mas nem sempre aparece. “Muitos acham que as únicas pessoas boas são aquelas que são espelho delas em vez de pessoas com características complementares a dela”, afirma.

9 - Negociar - Nas estruturas tradicionais que a maioria dos cursos de graduação estão assentados há pouco espaço para que o aluno tenha voz e, consequentemente, aprenda a negociar. No máximo, as discussões e os acordos são fechados dentro dos grupos de trabalho – feitos, geralmente, com pessoas parecidas. “Não se aprende a vender ou comprar uma ideia. As pessoas chegam muito ingênuas no mercado”, diz Teperman.

10 - Ler ambientes - No mundo corporativo é preciso ser autentico, mas também é essencial se adequar. “Antes de se soltar é importante entender qual é a cultura daquela área para, então, vestir a máscara corporativa”, diz Teperman. Na faculdade, esta adequação raramente é uma exigência. “Se você era da turma da frente nunca foi obrigado a sentar com a turma de trás”, afirma.

11 - Portar-se em uma reunião - “As empresas estão mais participativas e menos patriarcais. Com isso, os mais novos são envolvidos nas reuniões desde cedo”, afirma Teperman. Seja por não saber ler ambientes direito, negociar ou falar em público, poucos recém-formados estão prontos para encarar esta missão.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Mais Atlético e mais Inteligente

Sim, ao contrário do que muito se diz por ai, os atletas possuem potencial de ficarem mais inteligente. Pelo menos mais potencial.

Com o começo de um novo ano e um final de ano com farturas de comida no Natal e Ano Novo, nada melhor que exercício, isso mesmo, exercícios e uma dieta com alimentação saudável passam a ser o foco de grande parte dos preocupados com a saúde.

Não significa que ao fazer exercícios você se tornará um gênio, mas segundo a reportagem publicada na Galileu, os exercícios físicos ajudam na produção de novos neurônios. Isso mesmo, novos neurônios.
Esqueça aquela besteria de que não produzimos mais neurônios desde que passamos da nossa infância.

Fonte: Galileu

Fazer exercícios físicos nos deixa mais inteligentes?
Entenda como você ganha novos neurônios e deixa os existentes mais espertos ao se exercitar


Sim. Em uma leva de estudos recentes, os neurologistas descobriram que fazer exercício produz novos neurônios e aumenta a atividade cerebral. “O cérebro passa a funcionar melhor e fica mais preparado para armazenar informações”, diz Ricardo Arida, professor de Neurofisiologia e Fisiologia do Exercício da Unifesp.

Qualquer tipo de exercício faz bem para o sistema nervoso, mas as atividades aeróbicas (correr, caminhar, andar de bicicleta, nadar) são mais eficientes no aumento do fluxo de sangue para o cérebro e na produção das substâncias químicas que regulam o sistema neurotransmissor. Os neurônios existentes se tornam capazes de fazer mais conexões. E outros novos nascem (esqueça aquela história de que paramos de produzir células do sistema nervoso na infância: não é verdade). 

Com a atividade física, os neurônios surgem especialmente no hipocampo, área responsável pela aprendizagem e memória. “Ao caminhar ou correr, não estamos apenas melhorando o funcionamento dos sistemas muscular, respiratório e cardíaco”, afirma a psicóloga e neurologista norueguesa Astrid Bjørnebekk, pesquisadora do instituto Karolinska.

E não é preciso ser maratonista. “Trinta minutos de caminhada, três vezes por semana, já provoca impacto positivo logo no primeiro mês”, diz Arthur Kramer, professor de neurociência da Universidade do Illinois.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

De Volta - Convencer

Já que o mundo não acabou e que eu não ganhei na megasena da virada, estou aqui novamente em meus afazeres diários de escrever para os meus caros amigos e leitores algumas informações e posições minhas acerca de alguns assuntos.

Na matéria que encontrei na Galileu, estão alguns pontos muito interessantes de como melhorar o seu poder de convencimento com outras pessoas, sendo elas conhecidas ou estranhas.

Abaixo, somente um resumo das possibilidades de melhoria. Caso queira saber um pouco mais sobre a matéria, acesse o link da matéria.

Fonte: Galileu


Como Otimizar seu poder de Convencimento

1. Antes de pedir um favor ou iniciar uma conversa penosa, sorria e faça elogios ao interlocutor. Só não exagere na dose para não soar artificial. 

2.  Imite gestos e expressões faciais e verbais do seu colega. Pesquisas demonstram que copiar o parceiro de conversa, sem bancar o mímico, claro, aumenta a chance de persuadi-lo.

3.  Traga lembrancinhas das férias, curta um status no Facebook, ofereça uma carona... Presentes e favores criam para o beneficiado uma necessidade de retribuir a gentileza.

4.  Numa discussão com um chefe ou interlocutor difícil de lidar, introduza suas objeções fingindo aceitar as proposições dele. Exemplo: “Eu concordo com isso, mas também temos que considerar...”

5. Busque elementos em comum, como time de futebol, preferência musical, nome e origem, para estabelecer uma maior intimidade. A afinidade garante mais sucesso nos pedidos e debates

6. Se você quer convencer alguém de que X supera Y, aponte as qualidades de X, mas ressalte sobretudo os defeitos de Y. Há indícios de que nosso cérebro guarda melhor aspectos negativos de uma pessoa ou produto.

7. Ao defender uma tese, não perca tempo elencando mil argumentos. Tenha foco e dê subsídios para os principais. Isso evita a impressão de que você tem conhecimento superficial do assunto.

8. Nada de recorrer demais a “hmm...”, “deixe-me ver...” e expressões que denotam hesitação e incerteza. A fluidez do discurso é importante para que ele cole.

9. Sempre dê motivos. Um estudo mostrou que a chance de você conseguir furar a fila apresentando uma razão (“Posso passar na frente porque estou com pressa e minha mulher está no carro?”) é maior do que se simplesmente você pedir (“Posso passar na frente? Tenho pressa!”). 

10.  Numa discussão, coloque-se sempre como superior ou use informações de foro privilegiado. Exemplos: “Sei disso porque morei em Londres...” ou “Então, uma prima que morou em Londres disse...”.

11. Jamais entre numa discussão cansado. O cérebro demanda muita energia. Ao ficar extenuado, multiplica o risco de se embolar e ceder. 

12. Se você quer de fato convencer alguém a fazer algo, certifique-se de selar o compromisso por escrito. Há evidências de que o comprometimento por meio de um e-mail ou bilhete tem maior chance de ser cumprido. 

13.  Se quer que lhe façam um favor e suspeita que vão recusar, comece pedindo algo mais difícil. Exemplo: você precisa de R$ 10, mas pede primeiro R$ 30. Caso o interlocutor negue, você questiona se não teria pelo menos uns R$ 10. É alta a chance de a rejeição virar um “sim”. 

14. Aparência faz diferença. Pesquisas indicam que o jeito de vestir e a adequação ao contexto elevam a confiança em quem profere o discurso. 

15. Nas discussões mais complexas, aprenda com o filósofo alemão Arthur Schopenhauer: procure expandir ou generalizar as ideias do interlocutor para encontrar brechas nelas ou invalidá-las. E faça com que ele concorde com cada um dos seus argumentos antes de arrematar. Essa tática o força a aceitar sua conclusão.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Este Ano x Ano Novo

Claro que com a chegada do fim de mais um ano, todas aquelas promessas e análises de como foi o ano começam a toda.

Grande parte das pessoas correu tanto no seu dia a dia que não teve nem tempo para analisar ao longo do ano como estavam suas vidas, suas condições, muito menos fazer planejamentos a curto, médio e longo prazo. Além disso, poucas são as pessoas que efetivamente param para analisar o que estão fazendo em suas rotinas diárias.

Na matéria que foi publicada na INFO, surge alguns questionamentos que seriam interessantes que você leitor fizesse a si mesmo. Lei a matéria abaixo e tire suas próprias conclusões com suas respostas.

Fonte: INFO

7 perguntas sobre carreira para responder até o dia 31


São Paulo - O ano, enfim, está dando seus suspiros finais. Salvo a correria típica da época, vale a pena reservar um tempo para avaliar os dias que se passaram e projetar novas etapas para os que virão - principalmente tendo em vista sua trajetória profissional. Tendo em vista isso,  EXAME.com consultou especialistas de carreira e listou os questionamentos essenciais para avaliar seu ano. Confira:

Você foi protagonista da sua história em 2012 ou se deixou levar pelas circunstâncias? - É fato que nem tudo está sob o seu controle na vida. Mas, em alguma medida, é essencial ser o criador e motivador de algumas das mudanças e situações que você vive. Em termos de carreira, é este tipo de atitude que separa as pessoas que crescem das que ficam estagnadas profissionalmente. Por isso, em uma escala de 0 a 10, os fatos da sua trajetória profissional em 2012 foram fruto de decisões suas ou foram impostos por outros? Se a nota for inferior a 6, atenção. “Se concluir que não foi protagonista, já tem um problema para 2013”, afirma Caroline Pfeiffer, diretora de vendas e marketing da LLH|DBM.

Você deu alguns passos em direção aos seus planos de longo prazo? - O que se vive profissionalmente nos 365 ou 366 dias de um ano devem estar inseridos no contexto daquilo que se planeja para dali cinco, dez e, quem sabe, até 20 anos. Por isso, Caroline aconselha uma análise sobre o quanto o que você fez em todos os dias úteis de 2012 te encaminharam para suas metas de longo prazo, ou não.

“Um ano é muito pouco. Se a gente não fizer o que estava previsto para 2012, dificilmente chegaremos ao que queremos em 2020”, diz a especialista. Portanto, se a resposta for nula, avalie se você se deixou sufocar pelas atividades diárias ou permitiu que outros conduzissem sua carreira – em vez de você.

Você cumpriu suas metas? - Um meio para responder a pergunta anterior é, antes, se questionar sobre se tirou (ou não) do papel as resoluções que tinha se proposto no início do ano. “Veja se conseguiu atingir as metas em dois sentidos: a performance em si em sua área ou função e seu desenvolvimento pessoal”, afirma João Marcelo Furlam diretor-executivo da Enora Leaders.

Um meio para responder a segunda questão, segundo o especialista, é perguntar para pessoas que convivem com você e que podem opinar sobre suas mudanças de comportamento.

Seu nível de exposição dentro da organização mudou neste ano? - “O potencial de crescimento em si é muito baseado também nos relacionamentos que temos dentro da organização”, diz Furlam, da Enora Leaders. Por isso, avalie o quanto sua rede de relacionamentos cresceu neste ano em termos qualitativos. “Não é como a lista do Facebook. O que importa é como estão os vínculos que vão conduzir ao seu crescimento”, diz o especialista.

Diante do que viveu este ano, é preciso ajustar as metas de longo prazo? - Apesar de importantes, metas e planos não podem ser vistos como leis estanques. Antes, devem estar sujeitos a revisões periódicas – feitas à luz das mudanças ocorridas na carreira e na vida. Por isso, “reveja 2012 olhando para 2020”, brinca Caroline. Faça uma lista das mudanças de percursos do ano que está para dar seus suspiros finais e, quando necessário, reveja seus planos vindouros.

Quais foram seus principais ganhos e fracassos em 2012? - Nos últimos 366 dias, quais as principais conquistas para a sua carreira? O que você aprendeu? Que hábitos ruins conseguiu mudar? Por outro lado, em que aspectos você retrocedeu ou falhou? O que é preciso mudar para o próximo ano?

Você quer continuar neste caminho? - “A gente precisa repactuar o compromisso com a empresa que estamos, com o estilo de vida que temos”, diz Caroline. Se alguma coisa não está em sintonia, a dica é avaliar se vale a pena continuar investindo as fichas neste caminho.

Depois de ouvir de diversas pessoas diversas coisas e depois de ler esta matéria, tenho certeza de que muitas pessoas refletiriam um pouco mais sobre querer mudar alguma coisa para o ano que vem.

Quer mudar um pouco sua vida? Mude-a não espere que ela mude sozinha !

Agora, o que fazer?

Como um velhinho um pouco mais experiente mas muito "lúcido" diria:


" Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes "
Albert Einstein

Este provavelmente será meu último post do ano e por isso gostaria de desejar a odos os leitores um ótimo Natal e Ano Novo muito melhor para todos nós.

Para aqueles que ainda pulam ondinhas ou gostam de atribuir a felicidade dos outros a sorte...


"Tente a sua sorte! A vida é feita de oportunidades. O homem que vai mais longe é quase sempre aquele que tem coragem de arriscar."
Dale Carnegie

De modo mais genérico, não há quem negue que:

Sorte é quando a oportunidade encontra a competência.