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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

A mesma quantidade de calorias pode engordar menos?

Com todos preocupados atualmente até mesmo com as gramas a mais que comemos... creio que essa seja uma matéria no mínimo curiosa. Eu a extraí do site da Galileu que já tinha inclusive comentários de outros leitores tão interessantes que os trouxe juntos.

Fonte: Galileu

Há calorias que engordam mais e calorias que engordam menos?

Se você já fez dieta, deve ter ouvido: “o que importa é a quantidade de calorias ingeridas contra as gastas pelo corpo”. Mas há outros detalhes na conta. “É diferente ingerir 100 calorias de gorduras e a mesma quantidade vinda de carboidratos”, diz a nutricionista Alessandra Antunes. 

Isso acontece porque nem todas as calorias a mais são absorvidas como gordura. Parte delas é gasta na transformação dos nutrientes em gorduras. 

Se ingerimos um alimento rico em carboidratos, como o pão, ou rico em proteínas, como a carne, a transformação em gordura é trabalhosa, demandando energia (calorias), o que faz com que menos calorias estejam disponíveis para “virar” gordura. 

Já quando consumimos lipídios, que já são gordura e estão mais presentes em alimentos como o chocolate, nosso corpo não precisa gastar tanta energia em um processo de conversão, fazendo com que mais calorias sejam absorvidas e estocadas como gordura. 

Mesmo assim, não é recomendável privilegiar um só tipo de alimento. “A melhor opção para a saúde é a dieta balanceada”, diz. 

Editora Globo

Comentários:

1) Estudo sobre conversão de carboidratos em gordura: LINK

2) Seria muito mais interessante tocar no assunto de efeito térmico da comida. Sabe-se que o corpo gasta até 20% da energia contida na proteína para digerí-la (para carboidratos e gorduras o gasto é mínimo). Ou seja, diminuindo carboidratos e gorduras e aumentar proteína é uma forma segura de aumentar o gasto calórico, mesmo com uma dieta com a mesma quantidade de calorias.

3) O que a nutricionista esqueceu de falar é que, para haver uma transformação significativa de carboidrato em gordura, você precisaria ingerir, apenas em carbo+proteína, mais do que você gasta por dia...e os estoques de glicogênio têm de estar cheios. Isso foi mostrado neste estudo científico: Por exemplo, se o seu gasto calórico é de 2000 kcal e a sua dieta tem 3000 kcal, sendo 800 kcal de gordura e os demais 2200 kcal de carbo+proteína, SE seus estoques de glicogênio estiverem cheios, uma parte das 200 kcal de excesso serão convertidas em gordura. Mesmo considerando que todo esse excesso seria convertivo, ainda é um valor muito menor do que as 800 kcal de gordura, que seriam armazenadas diretamente. Ou seja, realmente haveria uma conversão de carboidrato em gordura, mas o efeito seria mínimo, a não ser que a pessoa seguisse uma dieta com apenas carboidrato e proteína e uma quantidade quase zero de gordura - o que traria uma série de outros problemas.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Nova Geração

Curiosidades sobre os Cs? Eu também estava bem curioso e por um bom motivo, a comunidade de hoje sempre busca atualizações e hoje em dia, com raríssimas exceções, não se atualizar pode tornar qualquer pessoa, profissional ou o que for.. OBSOLETO... isso mesmo, esta palavra não se refere somente a superação de tecnologias mas sim a superação de qualquer idéia.

Segue uma matéria muito interessante sobre a Nova geração de pessoas que tem surgido... Depois de X, Y e Z... Vem ai a C.

Fonte: Galileu


A vez da ‘geração C’

Esqueça a geração Y. A menina dos olhos agora é geração C - pelo menos para o YouTube

Geração X, Z, Y... Mais uma agora? O Google Brasil reuniu na semana passada vários executivos em sua sede em São Paulo para apresentar a nova geração de usuários e consumidores em torno do YouTube: a "Geração C". 

Os números impressionam: 67% dos membros da ‘geração C’ colocam suas fotos na internet; 85% vêem o que seus amigos e colegas pensam antes de tomar uma decisão; 88% têm um perfil em uma rede social, e 65% atualizam-o diariamente; e 91% dormem do lado do smartphone. 

A vice-presidente de marketing do Google, Danielle Tiedt, se apressa em explicar que não se trata de um grupo definido por idade, mas por atitude em relação ao mundo de possibilidades presentes no ambiente online. “Essa é a primeira geração a crescer com a internet, com expectativa de participação e interação completamente diferentes dos antecessores”, diz ela. 

A Geração C é explicada então, com 4 “C”s: curadoria, conexão, comunidade e criação. Cada uma delas representa o que um usuário pleno do YouTube espera ter a seu alcance nessa plataforma. 
Curadoria é a seleção pessoal do que eles gostam no site, que pode vir junto com um posterior compartilhamento, como imagem de suas personalidades. 

Conexão, segundo ela, é uma marca dessa geração que faz questão de que todos saibam tudo o que acontece com elas. “O smartphone é uma extensão do que as pessoas são. Há pesquisas que dizem que os mais jovens prefeririam perder o olfato a perder seu celular! E atualmente, 25% das visualizações mundiais do YouTube são realizadas em dispositivos móveis", disse Danielle. 

Comunidade é explicada através das “ações em massa” dos usuários com decisões conjuntas e interação entre grupos com os mesmos interesses. A criação de contas no YouTube por exemplo, tem dobrado ano a ano no mundo todo e esse fenômeno ajudaria a explicar uma reunião e engajamento cada vez maior em torno de ideias em vídeo. 

Para os executivos, o diferencial do YouTube seria a possibilidade de livre criação. Para Alex Carlos, diretor de parcerias do YouTube, o maior site de vídeos do mundo representa uma democratização da produção de conteúdo, por muito tempo controlada apenas por chefes formadores de opinião. 

A equipe chega inclusive a mencionar o crescimento estrondoso de canais como Porta dos Fundos, Parafernalha e Galinha Pintadinha como exemplos de que uma boa ideia pode se tornar um plano de negócio, algo totalmente novo no site. 

De acordo com dados da agência comScore, o YouTube tem quase 58 milhões visualizações por mês no Brasil, sendo que 9 a cada 10 brasileiros com acesso a internet estão assistindo a vídeos online no país. Esses dados nos colocam no “top 5” entre consumidores dessa mídia e mostram que o mercado verde e amarelo está em posição estratégica na visão de negócio do Google. Danielle Tiedt conta que a pretensão do YouTube é ser mais que uma plataforma de vídeos, mas um “destino diário” para os membros da Geração C. Dependendo da parcela brasileira e sua participação nesse nicho, eles estão no caminho certo para dominar o mundo.

Veja trechos da apresentação do Google sobre a chamada 'Geração C':

Editora Globo


Editora Globo
Editora Globo


Editora Globo

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Investimentos Bilionários x Modelo Energético Brasileiro


Crédito: Getty Images
Com estudos da Bloomberg prevendo alta competitividade da tecnologia eólica e solar e maior participação de hidrelétricas, geotérmicas e geração por biomassa, a previsão de crescimento de energias renováveis aponta para crescimentos que atingiriam 4,5 vezes a capacidade de renováveis até 2030, para tanto, um investimento de US$630 Bilhões por ano é esperado.


Para este ano, está previsto um Leilão de energia A-0 (Leilão de energias existentes) que teve algumas pequenas alterações com relação ao prazo de fornecimento de energia, reduzido de 2 (dois) anos para um ano aproximadamente.

Crédito: AI
Seguindo a linha de investimentos no setor de renováveis, a Honda pretende investir R$100 milhões na construção de um parque eólico (entrada em operação em 07/2014) de modo a atender a demanda de sua nova fábrica no Brasil localizada em Sumaré (SP). Com capacidade instalada de 27MW (9turbinas x 3MW), a fábrica de automóveis pretende gerar até 95.000 MWh/ano, reduzir a emissão de 2.200 tonCO2/ano equivalentes em crédito de carbono (30% do total gerado pela fábrica) e fabricar até 150.000 carros/ano.A energia gerada pretende suprir 10% do consumo de energia da fábrica e demonstra a grande preocupação da Honda com investimentos socioambientais.

Crédito: Getty ImagesO aumento nos requisitos de geração de energia eólica no Brasil já para o certame de 10 de agosto, colocando como requisito o P90 (90% de probabilidade que o parque tem de produzir o volume comercializado) substituindo o P50 (50% de probabilidade que o parque tem de produzir o volume comercializado) já era uma medida esperada pelo setor que já sinaliza aumentos nos custos, no entanto sem perder a competitividade no setor de geração de energia.

Um leilão de Energia de Reserva para empreendimentos eólicos marcado para 23 de agosto poderá ter alguns entraves referentes ao novo requisito P90 mencionado anteriormente. A energia contratada será na modalidade quantidade de energia, e terá início do suprimento a partir de 1º de setembro de 2015, com prazo de 20 anos.

Fontes: JE1 / JE2 / JE3 / JE4 / JE5

terça-feira, 19 de março de 2013

Maior Solar do MUNDO !

Nenhum lugar melhor com índices de incidência solar do que os países localizados nos Emirados Árabes. Pelo menos esta é a visão dos investidores do maior empreendimento solar fotovoltaico do mundo. Com capacidade instalada de 100MW (O equivalente 3 pequenos parques eólicos brasileiros), o sultão irnforma investimentos na ordem de US$600 milhões.

Com 192 coletores solares, o complexo solar evita a emissão de 175.000 toneladas de CO2 por ano, o equivalente a retirada de 15.000 carros de vias públicas.

Com o aumento da dificuldade de exploração e consequentemente a grande elevação dos custos para a aexploração de petróleo offshore no Brasil, o preço do gás natural e do petróleo só aumentam e indicam escasses forçando o governo a buscar outras fontes de geração de energia elétrica.

Com as situações ambientais de hidrelétricas todas paralisadas, as novas fontes de geração alternativa estão aproveitando para entrarem no mercado nacional, caso da energia eólica e da solar. Quem sabe como estará o mercado de energia nos próximos 5 anos.



Abu Dhabi passa a ter a maior planta de energia solar concentrada do mundo

Usina de 100 MW recebeu investimentos de US$ 600 milhões; Projeto é parceria da Masdar, Total e Abengoa

Os Emirados Árabes Unidos, país rico em petróleo, entraram neste final de semana para o grupo de produtores de energia solar com o início do funcionamento da maior central produtora de energia solar concentrada (CSP) no mundo.


Crédito: MasdaA central, com uma capacidade de 100 MW e um custo de US$ 600 milhões, permite fornecer energia a 20 mil casas. O seu parque solar é formado por grandes parabólicas de sensores espelhados, cobrindo uma superfície equivalente a 285 estádios de futebol.


O parque está instalado em pleno deserto de Madinat Zayed, na região ocidental do EAU, a cerca de 120 quilómetros a sudoeste de Abu-Dhabi, uma das regiões mais ensolaradas e quentes do mundo.

“Esta é a maior central fotovoltaica a trabalhar no mundo”, disse o sultão al-Jaber, responsável da Masdar, firma encarregue do projeto que ambiciona prover sete por cento das necessidades energéticas a partir de fontes renováveis do do Emirado do Abu Dhabi.

"Hoje, Shams-1 é, a todos os níveis, a maior central do mundo que utiliza tecnologia fotovoltaica”, sublinhou Santiago Seage, da espanhola Abengoa Solar, um dos três parceiros do projeto.

A árabe Masdar controla 60% do projeto, lançado em julho de 2010, que inclui os franceses da Total e os espanhóis da Abengoa Solar que entre si partilham os restantes 40%.

Com a abertura de Shams-1, a Masdar gera 10% da energia solar produzida no mundo, assegurou um resposável do projeto. A empresa é responsável também por 68% das energias renováveis produzidas no Golfo Pérsico.

Os 192 coletores solares do parque de Shams-1 geram uma energia que evita a emissão de 175.000 toneladas de carbono por ano, o que equivale à retirada de circulação de 15.000 carros.

Segue abaixo mais fotos encontradas sobre o grande, ou melhor, o maior empreendimento solar do mundo.
Pot = 100MW (Fonte: Galileu)





quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Tecnologia Humana - Futuro Embrionário

Ficar somente a cargo da diversão?

É... acho que o sejo poderá e deverá ganhar uma promoção.

Ao invés de ser ainda considerado "humano" e hoje em dia se-lo não esta nada muito atrativo rs...

Mas enfim ! Daqui a pouco realmente será... Just 4FUN !

Fonte: Galileu


Filhos sem sexo
Úteros artificiais, óvulos e espermatozoides produzidos a partir de células-tronco. Com isso, a ciência promete um futuro com gravidez pós-menopausa e filhos legítimos de casais gays

Editora Globo “Sexo é hereditário. Se seus pais nunca fizeram, você também não fará.” Brincadeiras como essa, que dão como certo que o sexo é necessário para a reprodução, podem não fazer sentido daqui a algum tempo. Ao menos é o que a bióloga britânica Aarathi Prasad afirma em seu livro Like a Virgin: How Science is Redesigning the Rules of Sex (Como uma virgem: como a ciência está redesenhando as regras do sexo), lançado recentemente no Reino Unido, ainda sem versão em português. O trocadilho com a música da cantora Madonna não é à toa: a tese defendida pela autora — ex-pesquisadora de câncer e genética da Imperial College London e atualmente dedicada à divulgação científica, com aparições em programas de TV e jornais — é que, graças a novas pesquisas, o ser humano poderá passar seus genes adiante recorrendo a métodos bem distantes do sexo tradicional.

Úteros artificiais, óvulos e espermatozoides criados a partir de células-tronco e homens tendo filhos sem precisar de mulheres (ou vice-versa) podem fazer parte do futuro da reprodução. Pesquisas nessas áreas já são desenvolvidas, a maioria em fase inicial. Os benefícios viriam não só para pessoas inférteis, mas também para mulheres que desejam engravidar após os 40, casais gays que querem ter filhos com a herança genética de ambos ou quem queira fazer uma produção independente sem recorrer à doação de sêmen ou óvulo. “A reprodução humana vai mudar radicalmente”, diz Aarathi.

Fora do corpo 
Quando, em 1932, Aldous Huxley escreveu o clássico da literatura de língua inglesa Admirável Mundo Novo, previu bebês crescendo fora do corpo da mãe em espécies de chocadeiras. A ideia, à época mais do que futurista, pode se tornar realidade. “Não será a curto prazo, deve levar entre 50 e 100 anos para termos o útero fora do corpo”, afirma o médico e filósofo francês Henri Atlan, autor do livro O Útero Artificial. Recentemente, cientistas americanos cultivaram em um recipiente em laboratório camadas de células uterinas, e óvulos fertilizados in vitro se implantaram nelas no tempo esperado. Por limitações éticas, o experimento não pôde progredir além dos oito dias de implantação.

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A ideia da gestação em um órgão de laboratório passou pelo mundo animal antes de chegar aos humanos. Nos anos 80, cientistas japoneses começaram a pesquisar uma forma de gestar fetos de cabra fora do corpo. Eles construíram um tanque de plástico cheio de líquido amniótico artificial, ligado a um dispositivo que imitava as funções de uma placenta.

Após muitos ajustes, os fetos se desenvolveram por três semanas e sobreviveram a um parto feito no laboratório. Em 2008, pesquisadores australianos também obtiveram bons resultados com um dispositivo semelhante, feito para uma espécie de tubarão ameaçada de extinção.

Mas criar um útero que sirva para humanos não é fácil. O principal desafio não é construir o órgão em si, mas membranas com as propriedades complexas de uma placenta, que regula o transporte de nutrientes, hormônios e dejetos. Se a ciência avançar a ponto de fazer a técnica dar certo, o útero externo pode ser uma esperança para mulheres que não tenham o órgão ou mesmo uma opção para gravidez de risco, como as em idades mais avançadas. Pois a promessa para o futuro é poder ter filhos até mesmo após a menopausa. 

Célula da vida
As mulheres estão tendo filhos mais tarde. Dados do último censo mostram que as mães acima dos 30 são responsáveis por 31,3% dos bebês nascidos no Brasil (em 2000, esse número era de 27,5%). Segundo Artur Dzik, diretor científico da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, 20% das pacientes que procuram clínicas de reprodução têm mais de 40 anos. “Muitas não produzem mais óvulos e a única forma de voltarem a tê-los seria via células-tronco. Não é ficção, a medicina está caminhando nesse sentido.” 

De fato, o uso dessas células matrizes capazes de se diferenciar em qualquer tecido do corpo humano parece ser a grande promessa da medicina da reprodução contra a infertilidade — e não apenas a feminina. Laboratórios no Reino Unido e Japão estudam como produzir espermatozoides com o formato ideal para nadar e fecundar um óvulo, tudo a partir de células-tronco. Os estudos clínicos devem começar em 30 anos. 

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As técnicas apostam em uma pesquisa pioneira da Universidade de Göttingen, na Alemanha. Em 2006, cientistas de lá conseguiram transformar células-tronco embrionárias de ratos em um material capaz de gerar sêmen quando cultivado in vitro. No experimento, os espermatozoides de laboratório fecundaram um óvulo e deram origem a embriões e, logo, a sete ratinhos. Seis deles chegaram à vida adulta. “É um claro indício de que os gametas masculinos obtidos de células-tronco embrionárias são capazes de induzir à fertilização normal”, afirmaram os pesquisadores. Mas a ciência da reprodução via células-tronco vai além e pode reverter uma das maiores verdades sobre o nascimento humano: a necessidade de que, para nascer, é sempre preciso um pai e uma mãe. 

Dois pais ou duas mães 
Em um estudo publicado em agosto de 2012 por uma universidade de Xangai (China) e outra de Washington (EUA), pesquisadores conseguiram obter óvulos de ratos em laboratório a partir de células-tronco masculinas. Os cientistas converteram o material que dá origem ao esperma em óvulos imaturos capazes de gerar embriões normalmente. “O tipo de célula conseguido em um experimento como esse depende, basicamente, da ‘sopa química’ em que as células-tronco estão imersas. Quando você muda a ‘sopa’, pode mudar o resultado”, afirma Aarathi.

Pesquisas assim, ainda que incipientes, pressupõem a lógica de que dois homens poderiam gerar um filho legítimo, de um óvulo e espermatozoide autênticos do casal. A mulher só entraria na história como barriga de aluguel — ou nem isso, caso o útero artificial venha a se tornar realidade. Seria uma gravidez sem uma mãe. Por outro lado, as pesquisas de reprodução em mamíferos também já apontam para uma gestação sem um pai biológico.

A ratinha japonesa Kaguya, nascida em 2004, foi o primeiro fruto de uma experiência de reprodução a partir de animais do mesmo sexo. Ela foi “produzida” em Tóquio, a partir da junção dos óvulos de duas fêmeas, sem a participação de um macho. O processo em que se gera um embrião sem fecundação é conhecido como partenogênese, e ocorre naturalmente em animais como a abelha e o lagarto. Para reproduzi-lo em mamíferos, os cientistas injetaram o material genético do óvulo imaturo de uma das mães no óvulo maduro da outra. Eles, então, ativaram esse óvulo combinado para que gerasse um embrião.

O experimento foi o mais perto que já se chegou de criar um nascimento virgem em mamíferos. A expectativa de Aarathi é que, no futuro, casais homossexuais possam usufruir da tecnologia. Mas o coordenador da pesquisa, Tomohiro Kono, professor da Escola de Biociência Aplicada da Tokyo University of Agriculture, afirma que o estudo não irá evoluir até a aplicação em humanos. “Absolutamente não”, disse, categórico, por e-mail. Em seguida, deu notícias da ratinha Kaguya: “Ela teve uma vida feliz e agora está no céu, com suas duas mães”.

Uma mudança em algo tão fundamental na reprodução humana — a presença de um homem e uma mulher — também gera ressalvas por afetar a concepção de maternidade e paternidade, assim como a de família. “As crianças podem não ter pai por serem frutos de um relacionamento fortuito, que terminou ou porque o pai morreu, mas em todas as situações há um pai, para o qual podem ser dirigidos sentimentos, mesmo que negativos”, afirma a especialista em bioética Mariangela Badalotti, professora da Faculdade de Medicina da PUC do Rio Grande do Sul e presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana. “No caso da produção independente, esse pai não existe. Isso terá algum efeito, não necessariamente negativo. Mas qual será, só o tempo dirá.” 

Limites éticos 
Quando resolveu escrever um livro sobre formas nada convencionais de ter filhos, Aarathi inspirou-se em si mesma. Mãe de uma menina, a cientista sempre quis ter mais crianças, mas não sabe se vai realizar esse desejo porque está solteira. “Há muita gente como eu. Pesquisas sugerem, inclusive, que a primeira razão que leva mulheres a adiarem a gravidez é não terem encontrado o ‘cara certo’”, disse a autora. Ela acredita que mulheres mais velhas ou homens que não tenham parceiros também devam ter o direto de experimentar ser pai ou mãe de alguém. Embora tenha seu lado altruísta, a ideia levanta questionamentos. “Não tenho dúvidas de que a evolução tecnológica vai ultrapassar a barreira da idade, da menopausa”, afirma Badalotti. “Porém, haveria o problema da grande diferença geracional e da orfandade precoce. Além disso, os riscos de gestação em idade avançada não são realmente bem conhecidos.”

Aarathi admite que as novas técnicas não são “ciência fácil”. “Estamos falando da vida de bebês”, afirma. Mas ela acredita que as resistências serão vencidas com o tempo. Dzik concorda: “Demorou 32 anos para que o idealizador do primeiro bebê de proveta ganhasse o prêmio Nobel. Hoje, temos em torno de cinco milhões de bebês fertilizados in vitro no mundo. As pessoas viram que a técnica ajudou muitos casais.”

Para os preocupados, Aarathi esclarece que ninguém está decretando o fim do sexo: “Estou falando só de reprodução. Se o jeito natural não funciona, é preciso ter assistência médica”, afirma. “Mas nunca imaginei um futuro sem sexo, só um que ofereça mais chances.”

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Para Mudar, MUDE !

Com certeza a maioria das pessoas mudaria alguma coisa em suas vidas. Junto ao início de mais um ano, surgem novas resoluções e as esperanças se renovam com previsões e mais perspectivas para o ano de 2013. No entanto, pode-se dizer que 90% das pessoas insatisfeitas com suas vidas e que buscam algum tipo de "tranquilidade" em suas vidas decidem por não mudar suas realidades com medos exatamente dessas mudanças.

Diversas revistas, centros de informação, programas de personalidades famosas entre outros sempre nos trazem possibilidades, estas que muitas vezes podem ser boas mas que no fim das contas realmente não nos farão mudar o resultado final da equação vida.

Por exemplo, a matéria publicada na INFOMONEY (Informação que vale dinheiro) com a matéria "TOP 10 maneiras de ganhar dinheiro extra nas horas vagas" publicada em julho de 2012 tenta auxiliar os trabalhadores comuns que já possuem uma cargas de trabalho bem superior a 8 horas previstas (afinal, as horas de deslocamentos até seus trabalhos também são considerados utilizadas), ainda precisariam com malabarismos conseguir realizar as sugestões indicadas para receber uma dinheiro extra. Obviamente tudo que se fizer como atividade remunerada em nossas horas vagas pode se tornar dinheiro, basta efetivamente cobrar pelo que é feito ou pelo que se entregar como produto. No entanto, dentre as 10 possibilidades citadas no artigo (Aulas particulares, Artesanato, Computadores e internet, Do velho para o novo, Dog walker, Doces, Na música, Quase um marido de aluguel, Consultoria e Imposto de renda) nenhuma das idéias permitirá que a pessoas desvincule a sua remuneração de suas horas.


Como assim? Independente do tipo de serviço ou produto indicado na matéria, a pessoa continua presa ao seu trabalho de modo, se algum dia, por mais que o seu negócio extra tenha dado certo, ela parar sua atividade extra, esta renda tende a zerar em curto espaço de tempo.

Neste momento que surge a pergunta que deveria efetivamente ser apresentada a todos nós:

Que negócio ou atividade permitirá que, ao mesmo tempo que eu trabalhe em meu emprego tradicional, permita ter uma renda extra e como fazê-la com o passar do tempo trabalhar para mim ao invés de eu trabalhar para ele de modo que o rendimento continue aumentando mesmo com a redução da carga de trabalho?

A resposta: ATIVOS

Ativos neste caso possui o significado de algo que lhe gere renda.
Para explicar a praticidade da realidade, nada melhor que exemplos.

Um apartamento em que mora: Passivo
Porque: Você Gasta água, luz e gás, gasta com condominio, o valor normalmente se deprecia, paga IPTU, etc...

Um apartamento seu alugado: ATIVO
Porque: Você ganha um valor adicional por mês pelo bem sem que tenha que efetivamente estar trabalhando. O aluguel chega a sua conta ou ao seu bolso mesmo que você tenha dormido o mês inteiro.

Um carro: PASSIVO
Porque: Você gasta com gasolina, gasta com IPVA, gasta com...

Uma loja de Franquia: ATIVO
Porque: Os vendedores continuarão vendendo por você (o chefe) e a renda continuará fluindo

Para desvincular as suas horas trabalhadas de sua remuneração, você precisa colocar um plano em ação com dois pontos principalmente: Trabalhe com ativos e que você não seja o responsável por trabalhar com eles. De nada adiantará se você mesmo abrir um negócio mas tiver que usar suas horas para fazer o negócio funcionar. A médio/longo prazo, o negócio tem que se movimentar sozinho.

A maioria das pessoas precisa mudar, sabe disso mas tem medo desta mudança porque obviamente existem alguns riscos relacionados às mudanças. Àqueles que creem fielmente que pular ondas no final do ano e que estão esperando um grande prêmio ou herança para mudar de vida, provavelmente continuará assim por mais um tempo. Mesmo que que o "bom velhinho" Eistein um dia tenha dito


"... Não há maior sinal de loucura do que fazer uma coisa repetidamente e esperar a cada vez um resultado diferente ..."

Ouso acrescentar ainda que Não existe uma Grande Vitória sem uma Grande Batalha

Não me escoderei mais de tudo que posso ser ! 

Que comece a Batalha !

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

OLED - Informativo sobre a Tecnologia

Embora a tecnologia já tenha chego a gosto popular por meio de eletrônicos como celulares, televisões, monitores, lâmpadas e outros, muito pouco se sabe efetivamente sobre os LCDs, LEDs e OLEDs.

Em reportagem da Tecnomundo, a tecnologia de como o OLED funciona pode ser um pouco mais compreendida.

Fonte: Tecnomundo



Regime: conheça a tecnologia que deixa as telas OLED ultrafinas [ilustração]
Saiba mais sobre uma das tecnologias que podem estar presentes na sua casa nos próximos anos.

Regime: conheça a tecnologia que deixa as telas OLED ultrafinas [ilustração]































































































Você consegue imaginar uma televisão com 55 polegadas e apenas 4 milímetros de espessura? Exatamente, estamos falando de um aparelho que pode ter 1,4 metro de tela, mas ocupando menos de meio centímetro ao ser visto de lado. Assim é um novo televisor apresentado pela LG durante a CES 2013. E, para chegar a esse formato ultrafino, o caminho percorrido foi o das telas OLED.


Mas como essa nova tecnologia consegue transformar as estruturas das televisões a esse ponto? É o que veremos aqui neste artigo. Prepare-se para saber como é o processo de montagem das telas OLED e também veja as diferenças entre elas e as LCD e LED comuns para entender por que nunca veremos uma televisão LCD com essas espessuras reduzidas.

A estrutura das telas OLED

Há várias camadas existentes em uma OLED. A mais básica de todas é o substrato, que é onde toda a estrutura será depositada — ele pode ser composto por lâminas ultrafinas, vidro ou plástico. A primeira camada aplicada ao substrato é o ânodo, que fará a remoção dos elétrons das camadas orgânicas, criando “buracos” elétricos no sistema.

Logo em seguida surgem as camadas orgânicas, uma condutora e uma emissora, que serão responsáveis pela geração da luz utilizada para a transmissão das imagens. A condutora é composta por polímeros plásticos orgânicos que transportam os “buracos” do ânodo ao cátodo.

 A camada emissora também é criada por polímeros plásticos, mas eles são diferentes dos utilizados na camada condutora. São esses polímeros que transportam os elétrons do cátodo para as outras estruturas e é ali que a luz é gerada. Por fim, o cátodo (que não precisa ser transparente) utiliza a energia elétrica da fonte para injetar elétrons na parte orgânica do OLED.

O que são os “buracos de energia” e por que eles são importantes?

Regime: conheça a tecnologia que deixa as telas OLED ultrafinas [ilustração]

Como você viu anteriormente, a corrente elétrica é levada da fonte de energia até as camadas orgânicas do OLED. E é lá que ocorre o processo de geração de luz (nas suas mais diversas cores), graças ao transporte de elétrons e surgimento dos “buracos de energia”. Mas o que são esses buracos?

Quando o cátodo envia energia para a camada emissora, o ânodo remove os elétrons da camada condutora e faz com que um espaço vazio (os buracos) fique ali. No contato das duas camadas orgânicas, os elétrons da emissora encontram os buracos na condutora e os preenchem. Com a mudança energética dos polímeros, os elétrons liberam energia na forma de fótons — gerando luz.

A intensidade da luz e a cores dependem diretamente da quantidade de energia aplicada e também dos tipos de polímeros utilizados nas camadas orgânicas. Por essa razão é possível que as telas OLED compostas com diferentes polímeros apresentem resultados díspares em relação à luminosidade e à demonstração de cores.

Por que ela é mais fina que telas LCD e LED?

Existe um motivo muito simples para isso: telas OLED não precisam de estruturas que gerem luz porque elas conseguem fazer isso sozinhas. As telas LCD precisam de backlight, assim como as telas LED — a grande verdade é que televisores LED são feitos com LCD comuns que utilizam uma camada de LEDs para retroiluminação.

Dessa forma, todas as camadas necessárias para a produção das imagens são realmente aplicadas ao substrato. Confira agora algumas das formas de realizar essa instalação dos OLEDs nos displays.

Métodos de montagem das telas OLED

Como já dissemos, as telas OLED trabalham com uma estrutura única em que ocorrem todas as reações necessárias para a produção das imagens. E atualmente há três métodos principais para a aplicação das camadas no substrato. Um deles — pouco eficiente — ocorre por vácuo térmico, em um processo que envolve a evaporação de compostos orgânicos e a sequente condensação deles em estruturas ultrafinas.

Outro modo similar de depositar os componentes no substrato é por meio de câmaras de baixa pressão. Gases transportam as moléculas orgânicas evaporadas até os substratos resfriados, e lá eles são condensados em filmes. Por fim, existe o processo de impressão. Nele, os OLEDs são aplicados por meio de um spray nos substratos, barateando bastante o processo.

É claro que ainda vai ser difícil encontrar os televisores OLED no mercado nacional, pois eles devem levar pelo menos cinco anos para começarem a se tornar populares — isso nos Estados Unidos. Mas vários celulares já possuem a tecnologia, assim como o console portátil PS Vita. E é claro que ainda veremos muitos equipamentos incríveis com as telas criadas com esses recursos.

Gostou da ideia? Então aguarde novidades muito interessantes em relação ao OLED para os próximos anos. Será que teremos televisores ainda mais finos do que os encontrados atualmente?

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Informativo - Celular no Trânsito

Creio que seja Senso comum de que dirigir fazendo qualquer outra coisa que lhe tome atenção torna o transito um pouco mais perigoso. Perigoso para o motorista e para todos os outros que transitam pelas mesmas vias ou calçadas nos entornos.


Já faz algum tempo que dirigir com celulares às mãos já é considerado uma infração de trânsito, no entanto, até o presente momento estas infrações nos custavam pontos e multas equivalente de infrações médias.


A partir de agora, a infração de dirigir com celulares passa a ser categorizada sob multas graves.
De R$85,13 para R$127,69
De 4 pontos na CNH para 5 Pontos na CNH

Agora, o quanto os Kits Hands Free realmente ajudam no aumento da atenção do motorista ou então quanto ao aumento da segurança ainda é um belo questionamento.

Fonte: Tecnomundo


Utilizar o celular ao dirigir será considerado infração grave
Comissão de Viação e Transportes aprovou a reclassificação ontem.

Caso o projeto de lei 7471/10 seja aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, dirigir utilizando o celular será considerado uma infração grave. Até agora, esse tipo de falta está sendo punida com multa de R$ 85,13 e quatro pontos na CNH, classificada então como infração média. A Comissão de Viação e Transportes já aprovou a medida ontem e aguarda apenas a confirmação dos colegas do outro grupo.

Ainda assim, usar o telefone com apenas um fone de ouvido seria permitido, já que dispositivos Bluetooth e outros não necessitam de muita atenção para o manejo, como o telefone em si. “Concordamos, no entanto, com a ideia de se permitir o uso do telefone celular durante a condução de veículos desde que com o auxílio de tecnologia hands-free, pois o condutor teria suas mãos livres, mantendo a conversação como se estivesse falando com alguém ao lado”, explicou o deputado Edinho Bez (PMDB-SC).

Caso o projeto prossiga e comece a fazer parte de fato do Código de Trânsito Brasileiro, quem for flagrado cometendo esse delito deverá ser multado em R$ 127,69 e ter mais cinco pontos na carteira.

Confira as propostas 7471/10 e 1952/11 referentes a esta reclassificação.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Faculdade de Vida - Habilidades de Mercado



Claramente fazer uma boa faculdade nos trás diversas vantagens competitivas de mercado, no entanto, não são as habilidades adquiridas no colégio e universidades que realmente farão do profissional um destaque ou diferencial no mercado.



De modo geral, o que diferencia os profissionais dentro de seus grupos de trabalho não refere-se a parte técnica e sim com relação as habilidades ou proficiências pessoas e comportamentais e por isso as empresas tem valorizado cada vez mais estas competências. Tome os principais ganhos de performance após profissionais terminarem seus MBAs bons (não aqueles que qualquer um faz, mas sim aqueles reconhecidos mundialmente).

Abaixo, encontra-se uma matéria que foi publicada na INFO que mostra algumas desssa habilidades.

11 habilidades que o mercado exige e a faculdade não ensina


Sair da formatura com notas elevadíssimas em todas as disciplinas não é garantia de que o recém-formado seja um excelente profissional. Ao contrário.Especialistas consultados por EXAME.com são unânimes ao afirmar que entre os conhecimentos compartilhados nas universidades brasileiras e o que o mercado de trabalho exige para o crescimento na carreira há uma grande lacuna. E não estamos falando apenas de preparo técnico.

“As pessoas aprendem a resolver problemas de forma separada e, de repente, precisarão resolver todos estas questões em um problema só”, diz o coach educacional Renato Casagrande.

“Faltam aquelas competências que os americanos chamam de “soft skills”, como comunicar-se bem, avaliar o que cada um é capaz, montar e motivar uma equipe, além de uma série de outras coisas que levam à uma performance melhor”, diz Armando Dal Colletto, diretor acadêmico da Business School São Paulo.

1 - Ser multicultural (na prática) - Fora a possibilidade de ter um intercambista na turma ou estudar por um período em uma universidade estrangeira, poucas são as iniciativas oficiais de muitas universidades por aí para colocar os alunos em contato direto com diferentes culturas.

No mercado de trabalho o cenário é outro: o chefe pode ser coreano, o colega da mesa ao lado, espanhol, a empresa parceira, indiana e o cliente, chinês. A falta de profissionais qualificados no país, a internacionalização das empresas brasileiras e o desembarque de grupos globais por aqui aproximou a rotina corporativa do cenário de Babel.

E inglês fluente não é tudo. De detalhes culturais para negociar melhor até gestos pequenos que contribuem para um boa convivência: “É preciso um entendimento das diversidades”, afirma Dal Coleto.

2 - Trabalhar em equipe - Não se engane: os tradicionais trabalhos em grupos da faculdade quase não preparam ninguém para atuar em uma equipe. Motivo? “Quando organizam os grupos de trabalho, os alunos escolhem seus amigos, pessoas com quem se identificam e, no mínimo, a partir de pontos que os aproximam”, diz Casagrande.

Na vida profissional, a história é diferente. Ninguém (exceto o próprio chefe) escolhe com quem vai trabalhar. E, ao contrário da tônica típica dos grupos de faculdade (em que as pessoas tendem a ser parecidas), para uma equipe dar certo no trabalho é essencial que seja composta por pessoas com perfis complementares e, portanto, diferentes, afirma o especialista.

“E, além de tudo, os alunos não aprendem a compartilhar ideias: Para facilitar a a própria vida, dividem tarefas”, diz Casagrande.

3 - Fazer networking - Seja por ficar centrado no próprio círculo de amigos e até por uma questão cultural, a faculdade raramente desmistifica a capacidade de fazer networking ou expandir sua rede de contatos profissionais.

“As pessoas têm vergonha de se aproximar dos outros com uma segunda intenção”, diz Gustavo Furtado, fundador da Tricae. E as universidades quase nunca criam meios para que esta visão seja mudada. “Nos Estados Unidos, em todo e qualquer evento as pessoas são estimuladas a se apresentar e falar a sua história”, diz.

4 - Ser interdisciplinar - Na faculdade, as disciplinas até podem ser apresentadas em dias ou semestres diferentes. Mas, na rotina corporativa, o conhecimento adquirido de cada uma delas deve ser usado de forma integrada – algo que, infelizmente, o ensino tradicional ainda não sabe manejar.

5 - Falar em público - “Nas apresentações de trabalho, geralmente, só fala quem já tem boas habilidades de comunicação. O mais analítico tende a não falar”, diz Joseph Teperman, CEO da Flow. E, na carreira, apresentar-se em público é quase um requisito básico em todas as carreiras – mesmo que seja para uma plateia composta apenas por seus chefes.

6 - Como escolher a carreira - A decisão por qual curso superior seguir é apenas o primeiro passo em direção a escolha da carreira que é mais coerente com você. Assim que o diploma é entregue na colação de grau é que começam as verdadeiras escolhas decisivas para a trajetória profissional.

O problema é que a faculdade ensina pouco para este momento. “Não há parceria com as empresas ou consultorias de recrutamento. O profissional sai da faculdade sem saber onde estão e quais são as principais oportunidades do mercado”, diz Furtado, da Tricae.

Muitas vezes, sem saber muito bem qual rumo seguir. “A pessoa acaba seguindo a carreira daquele primeiro estágio que ela conseguiu ou parte para um jogo de tentativa e erro”, diz Teperman.

7 - Liderar e gerir pessoas - Exceto por quem se aventura em uma empresa júnior, centros acadêmicos, atléticas ou outros movimentos estudantis, raras são as chances que um graduando tem para treinar a arte de liderar uma equipe. E isso demanda inteligência emocional, resiliência, capacidade para delegar e motivar pessoas. “Tem uma parte da rotina do executivo, que nem um curso de pós ajuda”, afirma Maurício Trezub, CEO da Ciashop.

8 - Contratar - “Contratar pessoas para trabalhar com você não é a mesma coisa que convidar um colega para fazer um trabalho”, diz Maurício Trezub, CEO da Ciashop. E muita gente só descobre o tamanho deste desafio quando tem que recrutar pela primeira vez.

“A ajuda, muitas vezes, vem de um superior imediato”, diz Teperman. Mas nem sempre aparece. “Muitos acham que as únicas pessoas boas são aquelas que são espelho delas em vez de pessoas com características complementares a dela”, afirma.

9 - Negociar - Nas estruturas tradicionais que a maioria dos cursos de graduação estão assentados há pouco espaço para que o aluno tenha voz e, consequentemente, aprenda a negociar. No máximo, as discussões e os acordos são fechados dentro dos grupos de trabalho – feitos, geralmente, com pessoas parecidas. “Não se aprende a vender ou comprar uma ideia. As pessoas chegam muito ingênuas no mercado”, diz Teperman.

10 - Ler ambientes - No mundo corporativo é preciso ser autentico, mas também é essencial se adequar. “Antes de se soltar é importante entender qual é a cultura daquela área para, então, vestir a máscara corporativa”, diz Teperman. Na faculdade, esta adequação raramente é uma exigência. “Se você era da turma da frente nunca foi obrigado a sentar com a turma de trás”, afirma.

11 - Portar-se em uma reunião - “As empresas estão mais participativas e menos patriarcais. Com isso, os mais novos são envolvidos nas reuniões desde cedo”, afirma Teperman. Seja por não saber ler ambientes direito, negociar ou falar em público, poucos recém-formados estão prontos para encarar esta missão.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Bateria Biológica

A utilização dos Smart Grids é fantástica sem sombra de dúvida. Utilizar ainda veículos elétricos na rede  com abastecimentos, recargas e vendas da energia à rede parece então magia do cinema. Um dos possíveis problemas a implementação dos veículos elétricos no mundo encontra-se na questão das baterias, que possuem vida útil determinada baixa e além disso são feitas com materiais de recursos bem limitados.

Para contornar este problema de abastecimento de materia prima, surgiu uma nova tecnologia que utiliza matérias biológicas para a fabricação de baterias. Esta tecnologia pode revolucionar o campo das baterias tanto do ponto de vista de financeiro com do ponto de vista ambiental (descartes).

Leia abaixo um pouco mais sobre a tecnologia que esta surgindo:

Fonte: Tecnmundo
Raiz de planta é usada para criar bateria ecológica

Nova bateria de íon-lítio utiliza corantes para baratear processos e proteger o meio ambiente.

Raiz de planta é usada para criar bateria ecológica
(Fonte da imagem: Reprodução/CCNY)

Um grupo de pesquisadores acaba de encontrar uma alternativa mais “verde” para a produção das onipresentes baterias de íon-lítio — utilizadas em uma infinidade de eletrônicos portáteis. A nova bateria sustentável utiliza a purpurina, um corante vermelho-amarelado extraído da raiz de plantas do gênero Rúbia — usadas há milhares de anos para tingir roupas.

A primeira vantagem (um tanto óbvia) é que a substância não faz uso de processos dispendiosos e poluidores de mineração. Atualmente, o lítio óxido de cobalto (LiCoO2) é o material primordialmente utilizado para a formação de cátodos nas referidas baterias. Entretanto, a extração do cobalto e sua posterior combinação com o lítio é um processo bastante caro, envolvendo ainda uma enorme quantidade de energia.

Segundo o pesquisador Arava Leela Mohana Reddy, em texto publicado pela Rice University (Houston, Texas, EUA), considerando-se o alto consumo de energia envolvido na reciclagem, o resultado são 72 quilos de dióxido de carbono emitidos para a atmosfera para cada quilowatt utilizado no processo.

Carbonilas e hidroxilas eletrificadas

Raiz de planta é usada para criar bateria ecológica

(Fonte da imagem: Reprodução/CCNY)

Conforme mostrou a pesquisa conduzida pela referida universidade — em conjunto com as forças armadas estadunidenses e a City College of New York —, além da purpurina, várias outras moléculas coloríficas de origem biológica também oferecem alternativas com bom potencial, além de agredirem menos o meio ambiente. Isso em razão de grupos de carbonilas e hidroxilas, os quais permitem a passagem de elétrons.

“Esses sistemas aromáticos encerram moléculas ricas em elétrons livres, os quais são facilmente coordenados com o lítio”, explicou o professor de química do City College, George John.

Transformar a purpurina em um eletrodo pode ser feito em temperatura ambiente. Trata-se de um processo simples que envolve a dissolução da purpurina em solvente de álcool e a adição de sais de lítio. No que diz respeito às previsões, os pesquisadores afirmam que o domínio pleno dos mecanismos utilizados no processo deve fazer com que a bateria “verde” seja produzida comercialmente em breve.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Solar no Brasil

O "instituto IDEAL" esta com uma iniciativa fenomenal. Cadastro de empresas relacionadas ao setor de energias renováveis solares no Brasil. As empresas podem se cadastrar gratuitamente.

O Site da america do sol é muito bom reunindo todo tipo de informação acerca do assunto. Embora não se aprofunde em questões técnicas, é um ótimo começo para aqueles que pretendem entender onde e como a energia solar pode chegar.



Ideal lança mapa de empresas de geração fotovoltaica no Brasil
Proposta da ferramenta é de auxiliar a localização de prestadores de serviços em cada região

O Instituto Ideal anunciou nesta quinta-feira (13/12) o lançamento do mapa das empresas e profissionais do setor de geração de energia fotovoltaica atuantes no País. A ferramenta foi elaborada em parceria com a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, com o intuito de auxiliar gestores, instituições e consumidores finais a localizar os prestadores de serviço em sua respectiva região.

Dados como endereço, telefone, projetos recentes e um perfil da experiência da empresa no Brasil estarão disponíveis no site do América do Sol no link www.americadosol.org/fornecedores. Já são mais de 50 empresas cadastradas de todo País, e novas interessadas poderão fazê-lo gratuitamente, diretamente no site.

Desde 2010, o Instituto Ideal tem lançado diversas ações dentro do Projeto América do Sol com o intuito de incentivar a geração solar no País. A principal delas é o portal educativo América do Sol, que reúne uma série de informações, estudos e dados sobre energia fotovoltaica, a fim de esclarecer o funcionamento desta fonte renovável para o grande público e informar o potencial em países latino-americanos. 

Outros materiais de destaque são a cartilha de eletricidade solar impressa, com versões em português e espanhol, e um vídeo em animação que utiliza as mesmas ilustrações do manual para atingir um número maior de pessoas através das mídias sociais.




MAPA DE EMPRESAS DO SETOR FOTOVOLTAICO

Esse mapa foi criado pelo Instituto Ideal em parceria com a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, GIZ no Brasil, para ajudá-lo a localizar a empresa de prestação de serviço na área de energia solar fotovoltaica que está mais próxima de você. Basta clicar nos ícones em destaque para ler mais sobre a empresa.

As informações sobre cada empresa/profissional são de responsabilidade dos mesmos. Lembramos, ainda, que não nos responsabilizamos pelos informações aqui fornecidas e pelos serviços que venham a ser prestados, uma vez que nosso apoio a você neste contexto limita-se em mapear onde estão os profissionais que atuam nesse setor.

Pedimos apenas que nos comunique caso tenha conhecimento de má prática por parte de alguma das empresas listadas, para que possamos, eventualmente, retirá-la da lista caso seja comprovado algum problema na prestação do serviço.

Caso você seja uma empresa e queria ser incluído no mapa, faça seu cadastro aqui >> http://www.americadosol.org/cadastro